09/08/2020 às 02h00min - Atualizada em 09/08/2020 às 02h00min

A influência do estresse na queda de cabelo

Isabel Barbosa. Foto: Arquivo Pessoal.
O cabelo não é vital, podemos viver sem ele, seu afinamento, queda, quebra ou qualquer dano causado, pode afetar o âmago das pessoas. Tem um aspecto psicossocial envolvido, comprometendo diretamente a qualidade de vida do indivíduo.

A queda de cabelo é um sintoma, que pode estar ou não associado à doenças do couro cabeludo, como Alopecia Androgenética (Calvície), Dermatite Seborreica, Psoríase, dentre outras. As principais causas da queda de cabelo são: alterações nutricionais, como dietas muito rígidas, alterações endócrino metabólicas, alterações hormonais, déficits vitamínicos e estresse.

O estresse é uma resposta do organismo, envolvendo reações físicas, psicológicas, mentais e hormonais às adversidades encontradas, incluindo a queda de cabelo, tendo influência sobre o ciclo capilar. É um problema muito comum no mundo contemporâneo, que pode se manifestar de diversas formas no organismo, estando relacionado à liberação de hormônios que, além de alterar vários aspectos da fisiologia, ajuda na imunidade, controlando inflamações.

O cortisol é um hormônio produzido pelas glândulas adrenais, geralmente ligado ao estresse, tem como principal substância o colesterol, sendo um hormônio lipídico. Quando os níveis de cortisol estão altos, em decorrência do estresse, ocorre uma vasoconstrição generalizada, que pode resultar em ressecamento da pele e diminuição da irrigação do couro cabeludo.

Assim, os folículos pilosos respondem ao cortisol reduzindo sua taxa de proliferação celular no bulbo capilar, levando menos nutrição, fazendo com que os cabelos parem de crescer, caiam e/ou fiquem quebradiços.

Se você está tendo esses sintomas ou conhece alguém que tenha, é muito importante passar por uma avaliação capilar com um Terapeuta Capilar, somente assim, poderá ser traçado um plano de tratamento ideal e personalizado. Por - Fabia Azambuja
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