26/09/2020 às 22h00min - Atualizada em 26/09/2020 às 22h00min

Panela do Povo

Jara Dias. Foto:Arquivo Pessoal.
 
1. Um jeito que só a gente tem
Canto da gente deste nosso lugar com músicos da Planície - o Amapá - e do Planalto Central do País - Brasília -, sob a batuta do maestro amapaense Joaquim França. O canto e a música pela vida são nossas artes permanente de resistência. É preciso resistir sempre aos desmontes. 
 
Viva a música e a canção popular da gente deste lugar! 
Com a palavra, o maestro Joaquim França!
 
Homenagem de artistas de Macapá e de Brasília ao povo amapaense
O Amapá é um dos estados mais atingidos pela pandemia da Covid-19. Muitos familiares, amigos e conterrâneos nos deixaram por consequência dessa doença. Num momento como este, a arte traz alento às pessoas. Assim, reunimos artistas de Macapá e Brasília para uma homenagem a essa gente afetuosa e acolhedora, que se originou da etnia Tucuju. A bela canção "Jeito Tucuju" de Val Milhomem e Joãozinho Gomes é, oficialmente, o Hino Cultural do Amapá. Quero agradecer de coração a participação de todos os amigos instrumentistas, cantores e editores de áudio e de vídeo, que gentilmente aceitaram participar desta singela homenagem ao povo da minha terra.
 
Joaquim França - maestro regente da Orquestra da Escola de Música, e da Orquestra Brasília Sinfônica (DF), criada para fazer concertos com artistas de renome nacional.
 
Parabéns, maestro!
 
E para quem quiser assistir ao vídeo no YouTube é só acessar o link...
https://youtu.be/7hUzUN_G7nE 
 
 
2. Carlos Henrique do Curiaú no Fluminense
O jogador de futebol amapaense Carlos Henrique, estreou no Fluminense do Rio de Janeiro domingo 20 - uma promessa do futebol amapaense que desabrochou nos campos do quilombo do Curiaú, onde nasceu, e de onde é sua família. 
 
O futebol do Carlos Henrique - segundo o jornalista João Silva - "chamou a atenção do empresário Expedito Araújo, que detém parte dos direitos econômicos sobre o passe do jogador, no caso da sua profissionalização". 
 
O meia esquerda amapaense vem enchendo os olhos dos cariocas quando treina em Xerém. A estreia no domingo, envergando a camisa do tricolor das laranjeiras, já com boa vitória de 3 X1 contra o Macaé, pela 5° rodada do Campeonato Estadual Sub-20 -Taça Guanabara. 
 
Como o jogador também amapaense Aldo - irmão do recém falecido Bira -, que brilhou no Fluminense nos anos 1980, vamos torcer para que outro negro amapaense bom de bola - Carlos Henrique - brilhe mais uma vez no Fluminense, desta vez em pleno ano 2020 do século 21. 
 
É o futebol amapaense que começa a revelar para o Brasil mais um craque da nossa pelota.
 
3. Equinócio
O poeta e compositor popular Ademir Pedrosa celebrando a passagem do Equinócio no dia 22 com esse belíssimo haicai. O Ademir é irmão do nosso colega e colaborador da coluna, o também poeta e compositor popular Aroldo Pedrosa.
 
4. A charge do Ronaldo Rony
Ronaldo Rodrigues, que quando desenha ou rabisca uma boa charge, só se assina como "Ronaldo Rony" - o pseudônimo dele. 
O artista é cartunista, publicitário, poeta, escritor e compositor popular paraense, mas radicado em Macapá há mais de 20 anos. Como cartunista, já foi premiado nacional e internacionalmente.
 
5. A super trupe da Jovem Guarda
O rei do movimento da Jovem Guarda, Roberto Carlos, ao lado de Erasmo Carlos, Wanderley Cardoso, Eduardo Araújo, Martinha e Wanderléia, que sacudiram musicalmente o Brasil em fins dos anos 1960 e em toda a década de 1970. Com essa trupe de jovens a festa era mesmo do arromba. Bons tempos aqueles!
 
6. Ritinha e Jeíza
A Globo reprisa a novela "A Força do Querer" que, além de ter na abertura "O Quereres" do Caetano Veloso, traz no elenco essas duas maravilhas da natureza: Paolla Oliveira e Ísis Valverde. A primeira faz a Jeíza, e a segunda a Ritinha. Caraio, véio... são as mais gostosas tigresas da televião brasileira!
 
Parte da novela se passa em Belém com imagens de rios - a baía do Guajará principalmente - e o mercado Ver-O-Peso.  Tirando o sotaque quase nordestino que sapecaram na personagem Ritinha, no mais é sempre muito do seu pai d'égua ver o Norte numa novela global. E vendo o tesão da Paolla Oliveira como polícia militar, a vontade, sinceramente, é entrar na ficção e ser preso por ela com direito a tornozeleira eletrônica e tudo. Meu Deus do céu... Socorro! Polícia!

 
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