17/08/2020 às 11h46min - Atualizada em 17/08/2020 às 11h46min

Dobra o número de servidores que receberam Auxílio Emergencial de forma indevida no Amapá.

Da Redação
Foto:Marcello Casal Jr/EBC
O número de servidores públicos que receberam indevidamente o Auxílio Emergencial de R$ 600 no Amapá aumentou de 1.130 para 2.488 segundo a nova atualização da Controladoria-Geral da União (CGU). 

Registrando por tanto, aumento de 120%, nos pagamentos indevidos, gerando aos cobres públicos prejuízo de R$ 2,65 milhões.

Também foram identificados servidores estaduais e municipais cadastrados no Bolsa Família e  no CadÚnico que receberam o auxílio.

O Auxílio Emergencial é um benefício financeiro concedido pelo Governo Federal destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, chefes de Familias e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Coronavírus - COVID 19.

Se comprovado que o servidor  público  pediu e recebeu  o Auxílio Emergencial indevidamente, o mesmo  pode responder pelos crimes de falsidade ideológica ou peculato. 

Existe a possibilidade de o servidor não ter feito solicitação para o recebimento, e ter sido incluído como beneficiário do auxílio de forma automática por estar no CadÚnico ou ser beneficiário do Programa Bolsa Família.

Há também a possibilidade do CPF ter sido usado indevidamente por terceiros e não necessariamente pelo próprio servidor.

Para devolver o  dinheiro basta acessar o site
devoluçãoauxilioemergencial.cidadania.gov.br e retirar uma guia de recolhimento bancário.

A pessoa que teve seus dados usados de forma indevida pode registrar um boletim de ocorrência informando o ocorrido.

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