17/08/2020 às 17h29min - Atualizada em 17/08/2020 às 17h29min

PF dá prosseguimento a investigações sobre fraudes em obras de georrefenciamento no AP.

Segunda fase da Operação Conluio confirma fraudes à licitação em obras de georreferenciamento no Amapá.

Polícia Federal
Foto: Reprodução
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (17/8), a segunda fase da Operação Conluio, com objetivo de reprimir organização criminosa especializada em crimes de fraudes à licitação na área de georreferenciamento, no Amapá.

Aproximadamente 16 policiais federais dão cumprimento a dois mandados de prisão preventiva e a quatro mandados de busca e apreensão, nas cidades de Fortaleza/CE, Goiânia/GO, Macapá/AP e Terezinha/PI.

Após a primeira fase da operação, confirmou-se que a organização criminosa, formada por grupo de empresários e, por vezes, com auxílio de servidores públicos, corrompeu o caráter impessoal e competitivo de vários processos licitatórios de obras de georreferenciamento. E a partir do material apreendido nas buscas, foram arrecadados elementos de convicção que comprovaram a contemporaneidade dos fatos praticados.

A ação é desdobramento da Operação Conluio, deflagrada em junho deste ano, que identificou fortes indícios de fraudes em seus procedimentos licitatórios em uma série de obras, a maioria delas de georreferenciamento, por meio de conluio entre integrantes de órgãos públicos e grupo de empresários.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de fraude à licitação, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Se condenados, as penas poderão chegar a 36 anos de reclusão.

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