21/11/2020 às 12h33min - Atualizada em 21/11/2020 às 12h33min

MP-AP investe na qualificação de membros e servidores em governança de tecnologia da informação.

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Foto: MP-AP

 

Membros e servidores do Ministério Público do Amapá (MP-AP) iniciaram na última quinta-feira (19), o curso “Conexão GovT&I”, executado por meio de um programa de mentoria que visa desenvolver competências para aperfeiçoar o Sistema de Governança de tecnologia e inovação.  A capacitação conta com a participação de várias unidades do MP de outros Estados, será realizada pelo período de um ano, com 40 encontros online, que acontecerão semanalmente, com 4h de duração.

O “Conexão GovT&I” é ministrado pelo mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco, Roberto Arteiro, que atua há 30 anos no mercado de TI e liderou projetos de Governança, Riscos e Compliance nos setores público e privado. O especialista montou um programa voltado aos membros e servidores do Mistério Público, com objetivo de discutir os caminhos para o cumprimento dos requisitos da Política Nacional de Tecnologia da Informação (PNTI), se alinhando ao novo Planejamento Estratégico Nacional (PEN) do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Para o gerente da Divisão de Suporte do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI/MP-AP), Charles Penante, com essa qualificação será possível mapear e gerar competências dos servidores e membros estabelecendo um modelo de governança de TI. “Com esses conhecimentos será possível dar mais agilidade nos processos do MP-AP, por meio da tecnologia, e assim dar cumprimento à Resolução do CNMP nº 171/2017, para a implantação da PNTI”, afirmou Penante.

“Esse curso vai proporcionar ao MP-AP uma melhor utilização da tecnologia, com rotinas e processos mais ágeis para alcançarmos melhores resultados na missão institucional, além de auxiliar na implementação da Política Nacional de TI”, comentou o promotor de Justiça Rodrigo Assis, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).

Participam do curso os promotores de Justiça do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação (CETI), André Araújo e Alexandre Monteiro; os servidores do Departamento de Planejamento Estratégico (Deplan), Éder Quintas e Mardem Amorim; a servidora da Assessoria Especial de Investigações em Tecnologia da Informação (ASSEINTI), Verônica Santos; e os servidores do DTI, Rodinei Paixão (diretor), Luã Pelaes, Alan Brito, Marcelo Pantoja, Gilberto Almeida, Frederico Amaro, Lucien Rocha e Marco Aurélio Silva.

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