29/11/2020 às 11h39min - Atualizada em 29/11/2020 às 11h39min

Pacientes da clínica de Nefrologia em Santana/Ap pedem médico fixo para hemodiálise.

Pacientes estão desde outubro sem profissional.

Da Redação
Foto:SESA
Pacientes renais crônicos atendidos na unidade de Nefrologia do município de Santana, distante 17 km de Macapá, relatam que não há médico fixo nos turnos de sessões para fazer o acompanhamento dos procedimentos de hemodiálise.

De acordo com os pacientes, o problema acontece desde o final de outubro, quando a médica que realizava o acompanhamento dos pacientes no turno da manhã, tirou  licença maternidade.

Leila da Silva, secretária-adjunta de Assistência à Saúde, informou que a Sesa foi comunicada sobre a necessidade desse profissional e que o processo de contratação já foi iniciado.

Ainda segundo a secretária, enquanto isso não acontece, os médicos da unidade de nefrologia de Macapá cobrem o horário em escala de revezamento.

As sessões de hemodiálise precisam ter o acompanhamento de um médico, pois o paciente pode apresentar mal estar, ter queda da pressão arterial, enjoo ou dor de cabeça e ainda outras complicações. 

Adriana Lopes, aposentada, precisa do tratamento e diz se sentir esquecida pelo poder público.

“Eles praticamente esqueceram da nossa nefrologia. Segunda-feira [30] a gente não sabe se a gente vai dialisar, porque a gente não sabe se vai vir médico. Eu sou paciente renal crônica, então eu tenho que ter um médico profissional para poder me acompanhar se estou perdendo peso, pressão, em tudo", relatou a aposentada.

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