03/06/2019 às 10h00min - Atualizada em 03/06/2019 às 10h00min

Advogadas são recebidas pela desembargadora Sueli Pini para conhecer sistema de videoconferência para audiências de conciliação

A advogada Rayana Araújo revelou que ficou muito contente em ver a tecnologia trabalhando para aproximar as pessoas na questão jurisdicional.

TJAP
Sueli Pini, presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), recebeu a visita das advogadas Cristiana Rodrigues e Rayana Araújo. (TJAP)

A desembargadora Sueli Pini, presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), recebeu a visita das advogadas Cristiana Rodrigues e Rayana Araújo, que vieram conhecer o sistema de audiências de conciliação por videoconferência instalado na Central de Conciliação do 2º Grau. Como presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC/TJAP), a desembargadora explicou que “a ferramenta permite audiências sobre lides judicializadas ou não judicializadas (pré-processuais)”.  Também esteve recepcionando as advogadas, a assessora jurídica Sônia Ribeiro.

A desembargadora disse ainda que “é importante que representantes da OAB venham ao Tribunal de Justiça conhecer estas ferramentas novas para serem aplicadas ao acesso e à entrega da jurisdição”.

A advogada Rayana Araújo revelou que ficou muito contente em ver a tecnologia trabalhando para aproximar as pessoas na questão jurisdicional. “Às vezes o processo demora e as questões são urgentes, principalmente quando há interesses de menores. Sempre gera um desgaste emocional às partes. Porém, com a tecnologia a favor, a entrega jurisdicional será mais eficaz e esse intervalo de menor desgaste é o não postergar de um sofrimento”, disse Rayana.

Cristiana Rodrigues considerou que a “Justiça tem um grande desafio que é a celeridade processual, mas também a eficiência e a humanidade”. Para ela, “é importante possibilitar que os litígios, especialmente na área de família, que atingem questões psicológicas, sejam solucionados de maneira que amenize os danos emocionais nas partes envolvidas”. A advogada disse ainda que “o Tribunal de Justiça do Amapá tem feito um trabalho fantástico no que diz respeito à possibilitar mediação e conciliação entre as partes, inclusive entre pessoas que estão nos mais diversos lugares do mundo, além de promover a capacitação dos indivíduos envolvidos no processo, tais como os advogados”.


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