13/01/2021 às 15h04min - Atualizada em 13/01/2021 às 15h04min

Covid-19: Senador Randolfe visita Fiocruz para tratar sobre vacina AstraZeneca para o Amapá.

A Fiocruz já entrou com pedido de autorização para uso emergencial da vacina que produz, em parceria com a Universidade de Oxford.

Da Redação
Foto:Ascom/ Randolfe Rodrigues
O senador Rondolfe Rodrigues (REDE) esteve nesta terça-feira (12) na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para discutir a melhor alternativa para a distribuição da vacina contra a covid-19 produzida pela FioCruz, a AstraZeneca.

Nísia Trindade Lima, presidente da fundação, afirmou que até abril serão produzidas 50 milhões de doses da vacina chegando em julho a produção de 100 milhões de doses. O primeiro lote fica pronto em fevereiro. A FioCruz já recebeu 15 milhões de insumos e pretende iniciar em agosto a produção da vacina 100% brasileira.



A Fiocruz já entrou com pedido de autorização para uso emergencial da vacina que produz, em parceria com a Universidade de Oxford.

O senador foi recebido pelo diretor de Bio-Manguinhos, a unidade, dentro da Fundação, que trabalha exclusivamente na produção do imunizante.

“É uma satisfação muito grande e uma honra receber o senador Randolfe que demonstra interesse em conhecer todo o trabalho que estamos fazendo para produzir a vacina da covid-19. Essa vacina vai mudar a situação atual da população brasileira”, declarou o diretor de Bio-Manguinhos.



Nesta quinta-feira (14), o parlamentar estará em São Paulo para visitar o instituto Butantan e tratar sobre a liberação de doses do imunizante para o Amapá. Seis prefeitos de municípios amapaenses também participarão da visita. 

Testagem própria 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolveu um método próprio de testagem da covid-19. É o chamado Papel de Filtro ou Agulha Micro Lanceta. O processo é bem simples, dispensa a presença de um profissional de saúde, basta o paciente furar a ponta do dedo para coletar o sangue que é colocado no filtro de papel e ali mesmo as pequenas gotas de sangue ficam armazenadas até o resultado final. O papel com as manchas deverão ser enviados às unidades da Fiocruz que farão o registro do resultado. Este novo exame é capaz de detectar o IGG e, em breve, também vai diagnosticar a doença por IGM. Além disso, o resultado é processado no mesmo dia em que chega às Unidades de Diagnóstico.



O novo método de diagnóstico ainda está em fase de testes.
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