11/06/2019 às 20h00min - Atualizada em 11/06/2019 às 20h00min

TJAP realiza sua XI Reunião de Análise Estratégica sobre projetos do Planejamento 2015-2020 e metas estabelecidas pelo CNJ

O juiz Paulo Madeira deu ciência a todos sobre o convênio do Conselho Nacional de Justiça com a Rede Nacional de Pesquisa

TJAP
Algumas metas anuais foram rejeitadas para 2019 na reunião preparatória para o Encontro Nacional, mas são praticamente certas para 2020. (TJAP)

O Plenário da Câmara Única do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) lotou, com a realização da XI Reunião de Análise Estratégica (RAE). Primeira edição do ano de 2019 e da gestão do desembargador João Guilherme Lages como presidente, a reunião contou com condução do assessor de Planejamento Rozywan Cantuária, e contribuições da desembargadora Sueli Pini (vice-presidente do TJAP), do desembargador Carlos Tork (diretor da Escola Judicial) e do juiz Paulo Madeira (auxiliar da presidência).

Entre os comunicados iniciais, o juiz Paulo Madeira deu ciência a todos sobre o convênio do Conselho Nacional de Justiça com a Rede Nacional de Pesquisa, que tem projeto prestes a ser implementado, visando criar uma estrutura de fibra ótica em toda a Região Norte do Brasil. “A estrutura deve começar sua implementação pelo Amapá, o que em muito pode beneficiar a nossa Justiça, pois incrementaria a qualidade da Internet, ao mesmo tempo em que baratearia os custos”, comentou o magistrado.

 

Já na apresentação principal, Rosywan Cantuária mostrou as principais mudanças nas metas anuais de 2018 para 2019, inclusive com os desafios decorrentes. “Em 2018 fomos o Tribunal que mais conciliou no Brasil, com um índice de 25%, inclusive recebendo prêmio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) referente a esta conquista”, registrou.

“Para 2019 o CNJ estabeleceu uma meta de elevar em 2% o índice de conciliações em relação ao ano anterior. Para quem conciliou pouco não deve ser grande desafio, mas para nós o desafio é maior”, explicou o assessor de Planejamento.

Algumas metas anuais foram rejeitadas para 2019 na reunião preparatória para o Encontro Nacional, mas são praticamente certas para 2020, segundo o desembargador João Lages. Lembrando que entre elas estão a medição da efetividade (capilaridade) da Justiça; a ação da Justiça na paralisação de obras públicas; metas para o 2º Grau no que diz respeito a processos da área de Infância e Juventude; além dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). “Embora ainda seja cedo para falarmos em números anuais em relação a 2019, até o momento a tendência é termos boa avaliação na maioria desses quesitos”, considerou.

Após a apresentação dos indicadores de cada projeto estratégico, com intensa participação dos gerentes, gestores e patrocinadores presentes, ficaram agendadas as duas próximas RAE: para 16 de agosto e 18 de novembro de 2019.


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