19/06/2019 às 06h00min - Atualizada em 19/06/2019 às 06h00min

Rede de Governança Colaborativa finaliza debate sobre demandas do Judiciário para o Plano Plurianual do Amapá

De acordo com o servidor, muitas boas ideias foram colhidas e, a partir de agora, a Assessoria de Planejamento irá se debruçar sobre elas e transformar este conteúdo em um documento.

TJAP
O Plenário da Câmara Única do TJAP recebeu magistrados e servidores quando ocorreu a reunião da Rede de Governança Colaborativa do Judiciário. (TJAP)

O Plenário da Câmara Única do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) recebeu magistrados e servidores quando ocorreu a reunião da Rede de Governança Colaborativa do Judiciário. Por duas horas e meia foi debatido o Plano Plurianual do Governo do Amapá (PPA), com foco nas demandas do Poder Judiciário para o período de 2020 a 2023.

Job Morais, da Assessoria de Planejamento do TJAP, explicou que o PPA é um plano estadual que envolve todos os poderes. “Estamos definindo as diretrizes, os objetivos, metas e ações do Tribunal de Justiça para o período de 2020 a 2023. Esta discussão tem como base o Planejamento Estratégico em vigência no TJAP, para que possamos projetar o que vai compor o PPA estadual”, detalhou o assessor.

A Rede de Governança Colaborativa do Judiciário integra a estratégia de gestão participativa, que envolve os comitês de Tecnologia da Informação, de Segurança, de Gestão Estratégica, bem como as entidades de classe representativas de magistrados e servidores. “Com esta configuração debatemos propostas para aprimorar e até mesmo fazer com que o Tribunal seja ainda mais efetivo na eficiência e eficácia da prestação de serviços aos jurisdicionados”, enfatizou Job.

De acordo com o servidor, muitas boas ideias foram colhidas e, a partir de agora, a Assessoria de Planejamento irá se debruçar sobre elas e transformar este conteúdo em um documento. O resultado do trabalho da Rede de Governança Colaborativa será apresentado ao presidente do TJAP, desembargador João Lages, que encaminhará o documento ao Pleno Administrativo para que o colegiado de desembargadores possa deliberar e encaminhar ao Governo do Estado.

A riqueza do processo participativo foi destacada pelo servidor, “porque desta forma as pessoas e as entidades se vêem dentro do processo e caminham em direção a um só objetivo, que é o de proporcionar que o Poder Judiciário garanta cidadania aos homens e mulheres que compõem a sociedade amapaense”.

Para ele, o formato adotado pelo TJAP propiciou um “momento histórico”, facilitado pela “participação legítima dos representantes de todos os segmentos do Judiciário, trazendo suas visões sobre os setores de ponta, meio e estratégicos, resultando em um trabalho refinado e otimizado”.


Tags »
Notícias Relacionadas »
Comentários »