19/06/2019 às 12h00min - Atualizada em 19/06/2019 às 12h00min

Polícia Civil prende 11 pessoas durante a Operação `Captus`

A ação contou com a participação de 13 policiais civis da Equipe de Capturas, do Departamento de Polícia Especializada.

PC
Entre os presos, destacam-se três pessoas condenadas pelo crime de homicídio, sendo que, duas delas iram cumprir mais de 14 anos de pena, cada um. (Polícia Civil)

A Polícia Civil do Amapá, através da Equipe de Capturas do Departamento de Polícia Especializada (DPE), realizou a Operação “Captus”, com o objetivo de cumprir 13 mandados de prisão de diversos crimes, priorizando, àqueles considerados mais graves, em diversos bairros da cidade de Macapá.

Ao todo, 11 pessoas foram presas. Entre os presos, destacam-se três pessoas condenadas pelo crime de homicídio, sendo que, duas delas iram cumprir mais de 14 anos de pena, cada um. O terceiro homicida estava foragido da justiça desde o ano de 2006.

Além desses, um assaltante de posto de gasolina, dois estupradores e uma estelionatária, que estava com dois mandados de prisão preventiva em abertos, foram capturados. Outras pessoas, acusadas por crimes de furto, alcoolemia e violência doméstica, também foram presas.

A ação, comandada pelo delegado Fabio Araujo, diretor do Departamento de Polícia Especializada,contou com a participação de 13 policiais civis e 4 viaturas.

“Dessa vez, a operação envolveu uma estratégia diferente, mobilizando apenas uma unidade policial, o que nos proporciona analisar o potencial individual de cada unidade. Dos 13 mandados de prisão, conseguimos obter êxito em 11 deles, sem nenhuma anormalidade. Um fato curioso aconteceu no momento da prisão do homem acusado por assaltar um posto de gasolina; ele se escondeu dentro de uma cama box do quarto em que estava, mas a equipe realizou as buscas da forma correta e o encontramos”, destacou o delegado.

A operação foi batizada com o nome “Captus”, que vem do latim e significa “capturados”.

Todos os presos serão conduzidos à Politec, para a realização de exame de corpo delito, e, em seguida, ao Iapen, onde ficarão à disposição da justiça.


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