26/06/2019 às 16h00min - Atualizada em 26/06/2019 às 16h00min

Entenda os caminhos para andar de bicicleta pelas cidades

Cidades lotadas de carros. Trânsito quilométrico. Ar poluído. Essa é a realidade das principais capitais brasileiras. Entenda os caminhos para andar de bicicleta.

Saúde Brasil
Em vias destinadas para ciclistas, deve-se tomar cuidado, principalmente nos cruzamentos, esquinas e conversões, onde os motoristas nem sempre dão a preferência às bicicletas. (Saúde Brasil)
O setor de saúde está sob pressão para reduzir custos, aumentar a produtividade e melhorar o relacionamento com o cliente. A superação desses desafios passa necessariamente pelo investimento em soluções de gestão que tragam uma visão clara sobre a operação e as informações necessárias para a tomada de decisões.

Recentemente, o estudo realizado pela Porter Research entrevistou cem CEOs, CFOs e CIOs do segmento para conhecer com profundidade as principais questões relacionadas aos sistemas de saúde e como eles vão priorizar novos investimentos em tecnologia nos próximos três anos.

O levantamento aponta que, em 2019, os sistemas se concentrarão em gerenciar o conflito entre os altos custos, em grande parte decorrentes de reembolsos, e a experiência dos pacientes, cada vez mais exigentes. Diante desse cenário, as empresas estão investindo em soluções que apoiem os departamentos financeiros, melhorem o engajamento dos colaboradores, permitam a interoperabilidade e garantam a visibilidade dos dados em toda a organização.

Neste contexto, a saúde corporativa representa hoje um grande desafio para as empresas e operadoras de saúde, por isso novos modelos de gestão, mais sustentáveis, estão no foco do mercado.

Sempre de olho nos desafios e nas demandas em função de oferecer soluções eficazes em saúde de alta qualidade, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz lançou o Programa Saúde Integral, que propõe o uso mais racional do sistema de saúde sem perder qualidade no atendimento.

Como funciona

O Programa Saúde Integral busca assegurar a melhor experiência em saúde para colaboradores, dependentes, empresas e operadoras ao apostar em um inovador modelo que valoriza uma linha de cuidado contínua, que se inicia nas ações de promoção da saúde e prevenção de doenças até o tratamento e a reabilitação.

Uma das grandes vantagens do Programa Saúde Integral é a possibilidade de o atendimento ser realizado diretamente na Unidade Referenciada Oswaldo Cruz (Vergueiro), detentora de um modelo de atenção à saúde hospitalar inovador, que, em parceria com empresas e operadoras de saúde, garante previsibilidade de preço e medicina de última geração.

Um dos diferenciais do Programa Saúde Integral é o médico de família, que tem a responsabilidade de acompanhar o atendimento médico, com apoio de uma equipe multidisciplinar, para que a pessoa tenha uma melhor experiência em qualidade de vida, saúde e, consequentemente, satisfação no trabalho.

Com um atendimento que possa acompanhar e atender o paciente como um todo, de forma holística e integral, além de um impacto na qualidade de vida e na produtividade dos colaboradores, essa ação tem uma repercussão econômica significativa para as empresas. Isso porque o uso de procedimentos de alto custo repercute diretamente na chamada sinistralidade do plano, que é diretamente ligada ao índice de reajuste.

Cidades lotadas de carros. Trânsito quilométrico. Ar poluído. Essa é a realidade das principais capitais brasileiras. Entenda os caminhos para andar de bicicleta.

Os veículos movidos a derivados do petróleo ainda são o meio de transporte mais utilizados no País. Mas, a cada dia, para amenizar esse quadro caótico, a bicicleta aparece como uma boa pedida para a locomoção.

Os espaços destinados para uso exclusivo de ciclistas, como as ciclovias e as ciclofaixas, ganham cada vez mais o interesse dos governantes e surgem como alternativa para melhorar o trânsito das cidades.  

Saiba por onde andar de bicicletas pelas cidades
Estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo em parceria com a Universidade de Melbourne, na Austrália, mostram que a construção de ciclovias está diretamente ligada ao aumento da quantidade de ciclistas.    Levantamento feito pela organização não-governamental Mobilize mostrou que, em dois anos, a rede de ciclovias e ciclofaixas de 19 capitais avançou cerca de 21%. São Paulo é hoje a capital brasileira com mais quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, num total de 468 km. Logo em seguida, vêm Rio de Janeiro e Brasília, com 450 km e 420 km, respectivamente. Diferenças

Existem diferenças entre ciclovias e ciclofaixas. A primeira é um espaço segregado para fluxo de bicicletas, com uma separação física isolando os ciclistas dos demais veículos. Essa separação pode ser através de mureta, meio fio, grade, blocos de concreto ou outro tipo de isolamento fixo. A ciclovia é indicada para avenidas e vias expressas, pois protege o ciclista do tráfego rápido e intenso. Já a ciclofaixa é quando há apenas uma faixa pintada no chão, sem separação física de qualquer tipo. Para melhor sinalizar, pode haver “olhos de gato” ou no máximo os tachões do tipo “tartaruga”, como os que separam as faixas de ônibus. Este tipo de caminho é indicado para vias onde o trânsito motorizado é menos veloz. Por utilizar uma estrutura viária existente, é uma opção muito mais barata que a ciclovia.

Sustentável, saudável, ecológica e barata. Os benefícios de se usar a bicicleta são vários. Mas a atividade também requer cuidado e atenção. É bom ir desenferrujando aos poucos antes de se aventurar a pedalar longas distância. Com mais condicionamento físico, concluir o trajeto fica mais fácil.. Também é preciso estar atento às regras do trânsito e respeitar a sinalização. E sempre usar os itens de segurança, como as luzes e o capacete, além de não andar com fones de ouvido, eles tiram a atenção do ciclista.

Segundo Marconi Ribeiro, campeão brasileiro de MTB e instrutor de ciclismo, os ciclistas, além da ciclovia e ciclofaixa, também podem circular nas ruas, mas com cuidado redobrado. Nas calçadas, nunca. Segundo o professor de educação física, esse espaço é exclusivo do pedestre e deve ser respeitado.

"Para circular na rua, o importante é andar na faixa da direita, sinalizar com o braço qualquer mudança de direção e usar os equipamentos de segurança, como luzes, além de sempre andar na mão dos carros", detalha. Segundo Marconi, andar na contramão dificulta que o motorista veja o ciclista e ainda piora o impacto de uma colisão.

Em vias destinadas para ciclistas, deve-se tomar cuidado, principalmente nos cruzamentos, esquinas e conversões, onde os motoristas nem sempre dão a preferência às bicicletas.

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