09/07/2019 às 20h00min - Atualizada em 09/07/2019 às 20h00min

Equipes do TJAP e do CNJ participam de Videoconferência para debater estratégias de implantação do PJe na Justiça do Amapá

A implantação do sistema PJe no judiciário amapaense é uma das políticas da gestão do desembargador-presidente João Lages

TJAP
O juiz João Thiago Guerra enfatizou que o projeto, embora desafiador, tem um grande potencial transformador. (TJAP)

O juiz auxiliar da Presidência, Paulo Madeira, e os diretores do Departamento de Sistemas e da Secretaria de Gestão Processual Eletrônica, Luiz Henrique e Adelson Armando Marques, respectivamente, e os servidores Jucicléia Castro, Francisco Ângelo, Wellen Saymon e Daniel Dias, participaram de videoconferência sobre a implantação da plataforma Processo Judicial Eletrônico (PJe) no Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) com uma equipe de coordenação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Do outro lado da tela estavam o coordenador da Iniciativa de Apoio à Implementação do Sistema PJe nos Tribunais Estaduais, juiz João Thiago Guerra; o coordenador de Apoio à Governança de TI do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Flávio Feitosa; e o responsável pela Análise de Requisitos do Processo Judicial Eletrônico, Zaniel Chaves.

O juiz João Thiago Guerra enfatizou que o projeto, embora desafiador, tem um grande potencial transformador. “Com a adesão do TJAP ganha todo o sistema de Justiça brasileiro, mas o Tribunal também terá benefícios para si, já que a plataforma apresenta resultados muito positivos quanto à entrega satisfatória da prestação jurisdicional”, destacou.  

A implantação do sistema PJe no judiciário amapaense é uma das políticas da gestão do desembargador-presidente João Lages, que tem priorizado o avanço para a adesão ao novo sistema, que proporcionará uma gradual substituição do sistema Tucujuris.

O juiz Paulo Madeira disse que a pretensão do projeto piloto é que o sistema seja executado nos Juizados Especiais, especificamente de Fazenda Pública, por conta do volume de processos em trâmite e, consequentemente, também será trabalhado com a Turma Recursal.

“O nosso Tucujuris sempre foi muito eficiente, porém possui algumas limitações e observou-se a necessidade de substituí-lo por uma plataforma mais evoluída e colaborativa, na qual os tribunais podem trocar experiências e iniciativas. Assim, todos ganham em eficiência e em redução de custos. O sistema de PJe hoje está evoluído e com tecnologia adequada para enfrentar o futuro”, concluiu o juiz Paulo Madeira.


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