09/02/2020 às 14h55min - Atualizada em 09/02/2020 às 14h55min

Em Coletiva à Imprensa, Desembargador-Presidente João Lages esclarece que ação da PF na sede do TJAP nada tem a ver com atribuições do Judiciário

“Um dos investigados neste inquérito da Polícia Federal é hoje servidor do TJAP, atuando no setor de Distribuição. Os agentes vieram em busca de computador utilizado pelo investigado”

ascom / TJAP
Foto:Ascom/TJAP
Presidente do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), Desembargador João Lages, concedeu entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (07/02), no intuito de esclarecer sobre a motivação da presença de agentes da Polícia Federal em cumprimento de Mandado de Busca e Apreensão, na sede do TJAP no início do dia.  A coletiva contou também com a presença do Juiz Auxiliar da Presidência, Paulo Madeira. 

“Para que a população obtenha de nós qualquer informação, evitando especulações que venham a envolver o bom nome do Tribunal de Justiça do Amapá”, disse o Desembargador-Presidente, agradecendo a presença dos jornalistas.

O Mandado de Busca e Apreensão foi emitido pelo Juiz Federal Jucélio Fleury Neto, titular da 4ª Vara da Sessão Judiciária do Estado do Amapá, no bojo de uma investigação de combate a fraudes no Instituto de Nacional de Seguridade Social (INSS). “Um dos investigados neste inquérito da Polícia Federal é hoje servidor do TJAP, atuando no setor de Distribuição. Os agentes vieram em busca de computador utilizado pelo investigado”, esclareceu o Desembargador-Presidente.

O magistrado enfatizou ainda que o servidor investigado pela PF nunca trabalhou no setor de Precatórios, como inicialmente foi divulgado em redes sociais. “Os agentes da Polícia Federal chegaram com a informação de que o servidor trabalharia no setor de Precatórios, mas logo identificaram que era no setor de Distribuição”, destacou o Desembargador-Presidente João Lages. Esclareceu também que a prisão do servidor foi efetivada em sua residência, e não na sede do TJAP.

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