10/08/2020 às 10h49min - Atualizada em 10/08/2020 às 10h49min

Caso Raiane: justiça nega pedido de habeas corpus à defesa de ex- namorado.

Desembargador diz que não há justificativa para liberdade provisória.

Da Redação
Foto: Polícia Civil/Divulgação
Os advogados de defesa do ex- namorado que é suspeito do feminicídio de Raiane Miranda, de 20 anos, tiveram o pedido de soltura e acompanhamento por tornozeleira eletrônica negado pelo desembargador Rommel Araújo, do Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap).

No pedido de habeas corpus os advogados alegam que o investigado confessou o crime, possui residência fixa e ocupação lícita, além de ter uma filha de 12 anos. 

Na justificativa o desembargador diz que não houve ilegalidade na prisão e que o cárcere esta justificado na gravidade do crime, que possui várias provas que atestam a autoria.

“Por todos esses motivos, não há ilegalidade flagrante a autorizar a revogação da prisão preventiva neste momento, nem mesmo a adoção de medidas cautelares diversas do cárcere, o qual se tem como necessário e adequado à presente situação. Logo, indefiro o pedido liminar", diz trecho do indeferimento assinado pelo desembargador Rommel.


O Crime 

Aconteceu próximo da casa da vítima quando ela chegava do trabalho. As câmeras de segurança filmaram o crime. O acusado confessou ser o autor das facadas que tiraram a vida da moça. 

A polícia não tem dúvidas que o crime foi premeditado, pois o ex- companheiro já havia feito ameaças dias antes do crime.

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