20/05/2019 às 06h00min - Atualizada em 20/05/2019 às 06h00min

Polícia Civil prende ex-interno do Iapen com uma pistola e 45 munições

A prisão em flagrante ocorreu na residência do acusado, localizada no bairro Jardim Felicidade II, através de cumprimento de mandado de busca e apreensão.

PC
A Polícia Civil do Amapá, através da Delegacia de Homicídios, prendeu Rodrigo de Souza Teixeira, vulgo “Rô Rô”, pela prática do crime de porte ilegal de arma. (Polícia Civil)

A Polícia Civil do Amapá, através da Delegacia de Homicídios, prendeu Rodrigo de Souza Teixeira, vulgo “Rô Rô”, pela prática do crime de porte ilegal de arma.

A prisão em flagrante ocorreu na residência do acusado, localizada no bairro Jardim Felicidade II. Uma pistola com numeração suprimida, três carregadores e 45 munições (calibre .380) foram apreendidas.

De acordo com informações prestadas pelo Delegado Wellington Ferraz, os Agentes de Polícia receberam informações de que o acusado havia saído recentemente do Iapen e estaria guardando arma, munições e drogas em sua casa. Durante as investigações, os policiais civis levantaram as informações de que o acusado cumpriu cerca de 18 anos de condenação pela pratica do crime de homicídio, tendo saído do Iapen há pouco mais de quatro meses; e, ainda, que ele chegou a ser transferido para dois presídios federais (onde permaneceu por três anos e um mês) por ser uma das lideranças de uma facção criminosa. Com essas informações, o Delegado representou pela busca e apreensão domiciliar, a qual foi deferida pelo Poder Judiciário.

“Comemoramos a retirada dessa arma das ruas porque, possivelmente, ela foi usada para a prática de crimes na cidade. Já estamos fazendo um levantamento nos inquéritos que tenham execuções com calibre .380 para que seja solicitado à Politec os confrontos balísticos. Sabemos que, dificilmente, quem executa o crime é quem porta a arma; que muitas vezes, a arma é entregue a quem vai praticá-lo, sendo, depois, devolvida para quem a mantém guardada. Tudo isso será investigado agora”, destacou o Delegado Wellington Ferraz .

Em interrogatório, o acusado disse que a arma era pra sua defesa devido ter alguns desafetos, não informando de quem a comprou.

Por se tratar de crime inafiançável, o acusado será apresentado em audiência de custódia.


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