Vinte e seis deputados estaduais assinaram o requerimento que pede a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o contrato da Minas Arena com o governo de Minas. Com as assinaturas coletadas, agora cabe ao presidente da ALMG determinar a abertura da CPI. E a CPI terá 120 de investigação.
Na próxima terça-feira (4), uma audiência está marcada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para debater o tema. Torcedores do Cruzeiro foram convidados a partipar das discussões, juntamente com o deputado professor Cleiton, que é quem encabeça os pedidos para reabertura da chamada CPI do Mineirão. A intenção da torcida é que os 77 deputados manifestem apoio a CPI.
No período da tarde desta sexta-feira (31), os deputados estaduais, Eduardo Azevedo (PSC) e Fábio Avelar (AVANTE), assinaram o documento para a abertura da CPI da Minas Arena. Porém, por outro lado, Adriano Alvarenga (PP) e Alencar da Silveira (PDT) retiraram suas assinaturas. Mesmo sem o deputado do Partido Progressista, a CPI permanece com 26 assinaturas.
Exclusivo
Nesta sexta-feira (31), em entrevista à rádio Super, o deputado professor Cleiton explicou os motivos que motivaram a reabertura da CPI do Mineirão, processo que já se arrasta na Casa Legislativa há mais tempo.
Entenda
Em 2019, uma CPI também foi instaurada, a pedido do deputado Léo Portela, também com o intuito de analisar o contrato entre Minas Arena e o Mineirão, mas não houve um acordo com o governo para que houvesse a continuidade do processo.
Antes, em 2015 e em 2017, também houve tentativas de instalação de CPIs com a mesma finalidade. Em 2015, a criação ficou a duas assinaturas de se concretizar na ALMG, de acordo, na época, com Iran Barbosa (PMDB).
Com informações O Tempo Esporte

