O Pix bateu novo recorde. Na quarta-feira (6), ele registrou 152,7 milhões de transações em um único dia. Assim, supera a maior marca anterior, de 142,4 milhões operações num dia, alcançada em 8 de agosto.
A informação foi divulgada pelo BC (Banco Central) nesta sexta-feira (8).
Desde novembro do ano passado, o recorde de transações diárias do Pix já foi batido pelo menos cinco vezes.
De acordo com a autoridade monetária, “os números reforçam a forte adesão de pessoas e empresas ao Pix, meio de pagamento lançado pelo BC em novembro de 2020”.
Opção preferida dos brasileiros
Em 2022, o Pix foi a forma de pagamento mais utilizada pelos brasileiros. Assim, ele superou, por exemplo, os cartões de crédito e os boletos. Os dados também são do BC.
Confira a participação de cada meio nas operações financeiras:
• Pix – 29%
• Cartão de crédito – 20%
• Débito – 19%
• Pré-pago – 9%
• Boleto – 11%
• Cheque – participação quase nula em 2022
Segundo mais usado no mundo
O Pix foi ainda o segundo sistema de pagamento instantâneo mais usado no mundo no ano passado.
No total, foram 29,2 bilhões de transações. Com o número, 15% das operações desse tipo em todo o planeta foram realizadas somente no Brasil.
É o que diz a pesquisa feita em parceria entre as empresas especializadas ACI Worldwide e GlobalData.
Projeções
Em relatório publicado nesta semana, o Banco Central fez projeções otimistas em relação à ferramenta. Uma delas é que o instrumento funcione sem internet.
Isso “tem potencial de ampliar o acesso e dar mais comodidade ao usuário, estimulando novas dinâmicas de uso e a substituição de meios de pagamento menos eficientes”, diz a autoridade monetária.
Nesse contexto, outra possibilidade, na visão do BC, é a tecnologia de aproximação. Seria semelhante ao que já ocorre com os cartões de crédito e débito.
Caso isso se concretize, segundo a autarquia, o Pix poderá ser usado como “pagamento de pedágio em rodovias, estacionamentos e transporte público”.
Com informações do R7

