Em nota, os órgãos informaram que os servidores sentiram tremores “em diversos andares, a partir do sétimo andar”. O prédio tem 23 andares e, segundo os bombeiros estava ocupado até o 18º andar.
Conforme os militares, até terça-feira (13), o edifício não pode ser ocupado novamente. Segundo o Incra, os servidores ficarão em trabalho remoto.
“Aguardamos a vistoria técnica para adotarmos qualquer medida futura”, informou o Incra.
‘Fissuras’ no subsolo
Os bombeiros e os agentes da Defesa Civil, acompanhados por engenheiros do Incra e da Universidade de Brasília (UnB), fizeram uma vistoria no edifício e encontraram “fissuras em alvenaria e no revestimento próximo a junta de dilatação, na área do 1° subsolo”, onde fica a garagem.
As rachaduras já eram monitoradas pela equipe técnica do Incra, que realiza um estudo para reformar o prédio, conforme os bombeiros.
“Ressaltamos que não há risco de colapso estrutural iminente”, disseram a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros do DF.
Os órgãos disseram ainda que não foi encontrada a causa do tremor. Até terça-feira, equipe técnica deve apresentar um estudo para encontrar a causa dos tremores, além de uma verificação “minuciosa” de toda estrutura.

