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• No domingo passado fiz uma introdução aos fatos que propiciaram a ascensão e permanência até a presente data, 2021, de WALDEZ GÓES na política do Amapá, destacando a fraude no SUS como fonte de dinheiro para suas campanhas eleitorais.
• Algumas respostas a essa questão pergunta são encontradas em sites, jornais, investigações, inquéritos e processos, com farta demonstração de fatos.
• Em 10/09/2009, o site “Repiquete no meio do mundo” refere a um acordo realizado em 2006, às vésperas da eleição para o governo do Estado do Amapá, https://www.alcilenecavalcante.com.br/alcilene/novos-tempos Ele diz muito sobre as condições da reviravolta, apresenta fatos que são respostas.
• Datada de 30/10/2010, no Site “Migalhas”, você encontra matéria que tratou dos desvios de recursos públicos no Amapá, em que estão registrados fatos que tem relevância na eleição de 2006, investigados no IPL 681/2010, como se observa no link https://www.migalhas.com.br/quentes/123503/prefeito-de-macapa-e-preso-por-determinacao-do-stj :
• Em um trecho do site consta que “Em 10 de setembro, o ministro (João Otavio de Noronha) decretou a prisão provisória de 18 pessoas. Dessas, seis foram prorrogadas. Com a decisão, permaneceram presos (…) o ex-governador e candidato ao Senado, Antônio Waldez Góes; o ex-secretário de Educação, José Adauto Santos Bitencourt; o empresário, Alexandre Gomes de Albuquerque (…) No mesmo dia, o ministro ainda determinou a prisão de outros dois envolvidos (…) Armando Ferreira do Amaral Filho, ex-secretário de Planejamento, Orçamento e Tesouro do Amapá, sob a acusação de ocultar provas do caso”. Destaques meus.
• Ação Civil Pública por Improbidade proposta por Afonso Guimarães (por suposta ilegalidade no acordo realizado por Armando Ferreira do Amaral Filho, ex-secretário de Planejamento, Orçamento e Tesouro do Amapá, com Sanecir Ltda), demonstrou que além do acordo referido no site “repiquete no meio do mundo”, ocorreram cerca de duas dezenas de outros acordos idênticos, todos formalizados às vésperas da eleição de 2006.
• As provas na Ação de Improbidade expuseram que os réus do processo envolvendo a Sanecir e o Procurador Geral do Estado, Marcos José Reátegui de Souza, não apenas são inocentes; mas, também, que os acordos, formalizados pelos Secretários de Planejamento, sem nenhuma participação da PGE, ocorreram em razão de decretos de Waldez Góes, que abriu crédito orçamentário suplementar para tanto, às vésperas da eleição de 2006. Mas Waldez Góes não é réu no processo.
• Outra resposta para a inexplicável vitória está registrada em 11/07/2008, no site conjur, que trata de fraude em licitação ocorrida em 2006, véspera da eleição.
• Essas matérias têm uma ligação entre si: todas indicam que houve corrupção, pela captação ilícita e uso de dinheiro para a campanha à reeleição de 2006, fato que justifica a excepcional virada de opinião dos amapaenses que, nas pesquisas de intenção de voto, três meses antes da eleição, davam a vitória de Capiberibe sobre Waldez com larga margem.
• Além disso, demonstram que, ao apurarem atos ilícitos do governador Waldez Góes, as autoridades do Ministério Público e Judiciário são ser induzidas a erro ou anuem aos ilícitos. Às que são induzidas, maioria absoluta, é necessário que fiquem atentas às armadilhas processuais, que transformam inocentes em culpados e vice-versa, especialmente, quando utilizados para acusar, meros testemunhos – a prostituta das provas, como está ocorrendo com os réus da ação no caso Sanecir.
• A gravidade desses elementos de prova consiste em expor a proteção que determinadas autoridades possuem – pois não respondem por crimes cujas provas de materialidade e autoria estão publicadas em sites, jornais e até em processos judiciais, e, de outra parte, na demonstração da possibilidade de forjar processo contra inocentes, que se insurjam contra seus atos criminosos.
• As autoridades do MP e Judiciário tem o dever de dar um basta nisso, pois, enquanto não agirem em casos da espécie, manter-se-á a impressão que desviar dinheiro público para compra de votos é crime que compensa, pois premia seus agentes com os relevantes cargos de representantes do povo e ainda permite aos eleitos induzir a erro para processar inocentes que os investiguem ou denunciem por suas práticas corruptas.
• A ação da Justiça punindo quem faça o desvio do dinheiro público para a compra de votos, ou seja lá para o que for, é prioridade para que possamos sair desta situação de insegurança jurídica, social, econômica e política. A impunidade leva à criação das Organizações Criminosas que se perpetuam no poder e roubam e escravizam a população.
• Contudo, a compreensão de que a governança está nas mãos de eleitos – que podem ser mudados através do voto a cada 4 ou 8 anos (senadores) – está gerando o despertar da população. Essa percepção aliada ao sofrimento decorrente da dor física e psicológica, causada pela falta de oportunidades de trabalho, por doenças e pela morte de parentes e amigos, em função da Má Gestão e Corrupção dos maus eleitos, estão gerando revolta e evidenciando que a política atual não é mais suportável. Os Sans-culottes do Amapá irão derrubar o Setentrião e adjacências…através do voto. É questão de tempo! Eu não pagaria para ver!