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A Gazeta do Amapá > Blog > Sem categoria > Moda não é consumo
Sem categoria

Moda não é consumo

Giovana Devisate
Ultima atualização: 1 de fevereiro de 2026 às 01:51
Por Giovana Devisate 6 horas atrás
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Giovana Devisate
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Moda é um campo de estudos muito amplo. Na faculdade de Design de Moda, o meu trabalho de conclusão de curso teve como tema obras do pintor francês Henri Matisse. Na faculdade de História da Arte, por sua vez, performances artísticas em desfiles de moda do estilista britânico Alexander McQueen formaram um denso objeto de estudo para a minha pesquisa… Isso mostra como a moda transita por muitos espaços e de formas variadas.
Moda é posicionamento, construção de identidade e sempre cria diálogos sobre raça, sexualidade, classe, questões ambientais e tantos outros temas que nos cercam. Moda é sobre ruptura, subversão, expressão, enfrentamento… Ela encontra brechas para se impor e se sobrepor às normalidades sociais, se modificando sobre si mesma, se expandindo, se excedendo, refazendo o ciclo pela infinidade.
No entanto, temos acompanhado, há algum tempo, um certo esvaziamento do que é a moda e isso é um reflexo da nossa sociedade, que hoje vive na era do consumo exacerbado, tanto de mercadorias como de conteúdos digitais.
A gente conseguiu banalizar tudo: qualquer compra fica a um clique, então não existe mais a experiência do cliente como existia há 10 anos, seja em uma livraria, um mercado, uma loja de roupas ou de qualquer utensílio do nosso dia a dia, salvo em marcas de luxo, reservadas para apenas cerca de 1% da população brasileira.
A massa, no geral, consegue absolutamente tudo através do celular, sites e apps de compra. A gente trivializou os conteúdos e as redes sociais e o que antes servia como ponte entre amigos, hoje nos faz consumir conteúdos “infinitos”, ainda que nem sempre gastemos dinheiro. Ficamos presos ao que aparece para nós, reféns do que o algoritmo nos entrega.
A grande questão, que muito tem me feito refletir, é sobre como influencers de moda que falam apenas sobre consumo, sobre compra, sobre recebidos, sem se aprofundar em nenhuma outra questão com a qual a moda está relacionada, criam um rasgo na moda e no seu conceito… Moda é um fenômeno social, estético, cultural e carrega uma ideia complexa e multidisciplinar, que dialoga com a sociologia, a filosofia, a economia, a história, as artes, o design, a arquitetura, a semiótica, sendo capaz de condensar reflexos desses e de tantos outros assuntos em si.
Já falamos sobre isso há um tempo: moda não é sobre consumo! Lembro que, em um artigo publicado em março do ano passado, falei que precisamos ter cuidado com quem consideramos ser uma referência para nós, já que a “moda passou a se resumir a roupa e deixou de ser moda, enquanto engrenagem das nossas vidas e espírito do tempo”.
No artigo, ainda acrescentei que “Se a moda é capaz de contar a história da humanidade, o que a gente veste é capaz de contar a nossa história” e isso me leva a pensar em como as redes sociais das influencers ou blogueiras de moda não devem ser como um catálogo de marcas. Quem se intitula influencer de moda precisa ter, de certa forma, algum conteúdo que vá além do que se consome e se veste. Caso contrário, a categoria deveria ser influencer de consumo ou estilo de vida, mesmo.
Importante dizer também que ser convidado para desfile não transforma ninguém em especialista nem deveria ser sinal de tanto prestígio, especialmente em tempos em que é possível comprar ingresso para ter acesso aos desfiles nacionais e internacionais, no fundo ou na primeira fila. Saber dizer se um look é bonito ou feio é fácil, difícil é fazer análise de desfile, de conceito, de técnica, de tendência…
Para ser de moda, precisa ter repertório de moda, estudar, entender as estruturas que formam o mercado, o sistema, os fenômenos… Não basta saber nome de marca, é necessário saber as histórias e os nomes por trás das marcas e as simbologias que cada uma carrega dentro da história da moda. É complexo, mesmo.
No mínimo, se é para falar de marca o tempo inteiro, que se pense também em marcas brasileiras, para incentivar o design e a mão de obra daqui e para ajudar os nossos designers a alcançar outros espaços… Não dá para se limitar a marcas de luxo internacionais como Chanel, Dior, Hermes e etc. Pior de tudo, nesse sentido, é ficar fazendo unboxing de sacos da Shein e caixas da Zara!
Isso é incentivar a massa, diretamente, a consumir desenfreadamente… Muita gente ama roupa, mas não ama moda. Os conceitos se cruzam, evidentemente, mas um não é sinônimo do outro. Amar roupa, amar comprar, amar se vestir e ver referência, não te faz ser amante da moda.
A moda é democrática, está em todos os lugares e alcança todas as pessoas, mas quem está no meio precisa, inevitavelmente, de conhecimento para agir no campo. Moda não é simples, não é fácil e, como qualquer outra profissão, não é para qualquer um. Fazer da moda um hobby exige dedicação como qualquer outro campo e quando ela se torna trabalho, exige ainda mais estudo, repertório e compreensão da moda como moda, no sentido real, de fenômeno social.
Se a blogueira ou influencer que você acompanha não cria, não pensa e não fala sobre moda, mas apenas sobre o que recebe ou compra, ela não está falando de moda e, sim, de consumo. Moda como mercadoria vai sustentar a ideia do hiperconsumo, afastando a moda da arte, da sociologia e do design e apagando a sua dimensão cultural, simbólica e crítica, ainda que o hiperconsumo, hoje, também seja um reflexo da nossa cultura.
Se formos mais fundo nesse assunto, podemos refletir sobre quem ganha e quem perde em um jogo onde a comunicação de moda é tão rasa e o consumo vira protagonista pelo mundo. Eu diria que, nessa lógica, tirando as marcas, todo mundo perde! A gente, o meio ambiente perde, os costumes regionais perdem, o mercado brasileiro perde…
A gente deixa de entender a moda como possibilidade de imaginação e passa a não explorar a criatividade. A gente deixa de acessar a parte lúdica do vestir, do comprar, do encaixar as peças como um quebra-cabeça quase perfeito. Deixamos de ter uma leitura crítica sobre o vestir, sobre a moda, sobre roupa e sobre o mundo.

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