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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Rogerio Reis Devisate > SAUDADE DAS COISAS ASSASSINADAS PELOS CELULARES E APLICATIVOS
Rogerio Reis Devisate

SAUDADE DAS COISAS ASSASSINADAS PELOS CELULARES E APLICATIVOS

Rogerio Reis Devisate
Ultima atualização: 1 de março de 2026 às 01:41
Por Rogerio Reis Devisate 6 horas atrás
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Rogerio Reis Devisate Advogado. Defensor Público/RJ junto ao STF, STJ e TJ/RJ. Palestrante. Escritor. | Foto:Arquivo Pessoal.
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Não percebemos o quanto a vida mudou com as redes sociais e nada se compara ao que temos visto nos últimos anos. Se você acha que escolhe o que vê nos feeds dos celulares, está muito enganado. Os algorítmos até se antecipam ao que “nem sabemos que desejamos”, com base no nosso comportamento. Sem perceber, estamos nos “achatando” na nossa individualidade, para caber nesse mundinho cada vez mais padronizado. Já percebeu que as pessoas postam fotos de viagens, fazendo as mesmas poses, nos mesmos lugares, do mesmo jeito? Sem perceber, incorporamos padrões e temos tido as mesmas experiências em tudo… De repente viramos, todos, exibicionistas e voyeurs de tudo e sobre tudo. Consumimos mais informação do que desejaríamos há pouco tempo e o fazemos mais por convenção cultural e algoritmíca do que por vontade ou prazer próprios. Para começar, pouco falamos ao telefone, substituindo as conversas faladas pela digitação no watssapp. Só isso já é uma mudança e tanto. Mas, há muito mais que não percebemos. Para começar, os atuais aparelhos celulares possuem tantas funções que, simplesmente, aposentaram vários equipamentos que nos acompanharam. Por mais que não gostasse quando tocava para me acordar para ir à escola, tenho saudades do despertador redondo, que tinha aquela barulhenta campainha metálica. Aquele despertador foi substituído por função do celular, assim como foram as agendas de papel, a máquina de calcular, o telefone de mesa, o aparelho de fax, a máquina fotográfica e coisas afins. Esse aparelhinho praticamente substituiu quase tudo o que se via sobre uma mesa de escritório, há cerca de 20 anos! Acho que a principal substituição foi na forma com que convivemos com o tempo. Por mais que corrêssemos nas nossas rotinas diárias, em meio a engarrafamentos e transporte público lotado, tínhamos tempo para olhar nos olhos das pessoas e conversar. Para onde foram as conversas jogadas fora? Estamos cada vez mais envolvidos e absorvidos na dopamina que as redes sociais nos proporcionam, facilmente. É um vício ficar rolando imagens e imagens e imagens sem fim. O tempo que desperdiçamos não volta mais. Antes, conseguiamos olhar a paisagem à nossa volta, mesmo que estívessemos dentro de um ônibus lotado. Hoje, quase todos estão absorvidos nos seus celulares… estando em qualquer lugar e tempo, menos se sentindo ali, naquele local e naquele momento. É como se fôssemos transportados, cada um para um local e tempo, apesar de estarmos juntos. Até fazer compras se tornou diferente, na medida em que mais o fazemos através de aplicativos do que comparecendo às lojas e olhando as vitrines, as estantes exibindo os produtos ou sentindo as suas texturas. Tenho saudades das lojas de discos e cds. Tenho saudades de caminhar com o meu walkman. Tenho saudades de ver aquela coleção de fuscas estacionados e transitando, quando eram a maioria dos modelos em circulação e o máximo de variação que tínhamos eram as cores. Sinto falta dos grandes cinemas e daquelas filas que rodavam o quarteirão. Tenho saudades daquela sensação de ter que fazer a melhor foto, do melhor ângulo, porque nunca viajava com rolos de filmes suficientes. Sinto falta da ansiedade para ver a revelação das fotos, rezando para que não tivesse perdido todos os registros feitos. Não vejo as crianças brincando, livres como outrora. Parecem prisioneiras das telas… Na minha época, brincávamos de futebol em plena rua, com as sandálias colocadas para demarcar os gols. Brincávamos de polícia e ladrão ou de pera, uva ou maçã, de queimado, bandeirinha, de pipa, pião, bola de gude, skate e carro de rolemã. Criávamos distrações, desenhavamos e imaginávamos um mundo… Era época em que certas coisas eram para valer. Que se respeitava a palavra do pai e da mãe, dos avós, dos tios, do padre e do professor. Que o certo era o certo e o errado era o errado. Não havia mimimi. Para escrever, pesquisavamos na Barsa ou em outras enciclopédias. Também se fazia trabalho de pesquisa em grupo, na biblioteca! Para a certeza sobre o que escrever, não havia world com autocorreção. Era, mesmo, com o dicionário na mão! Havia alguns mistérios que a minha juventude nunca descobriu e as atuais nem sonham em saber o que é. Mistérios como os cinemas drive-in, que foram enterrados pela violência dos dias atuais, o simples passar do tempo (com novos hábitos surgidos e as novas tecnologias das tvs a cabo e os celulares) e o encolhimento dos carros! Corrida de submarino? Nem pesar… Sinto falta de ver aquelas banheiras ambulantes, circulando. Havia Ímpalas importados e os nacionais Ford Galaxie e Dodge Dart. Os filmes da Sessão da Tarde eram esperados, principalmente nas férias. As fichas de telefone e os orelhões se foram (ainda bem)… Mas sinto saudades do barulho da discagem. Hoje, usando o computador, vejo tantas pessoas digitando com apenas dois dedos, tranquilamente. Digito com os dez. Fiz aula de datilografia! Estranho um monte de coisas que vejo por aí. Simplificaram muitas, mas parece que algumas perderam o glamour. Outro dia me surpreendi, pois alguém riscou uma “pista de amarelinha” na calçada. Parei e fiquei observando: todos os adultos que passavam por ali, brincaram, arranjando um tempinho para sorrir e pular como crianças, no meio da rua… Tenho sentido saudades de coisas que foram assassinadas pela hiperestimulação das redes. Ninguém fica mais conversando na porta de casa. Dirão alguns que isso é por causa da violência. Pode ser aqui ou acolá, mas, no geral, ninguém quer ficar de papo. Todos querem as telinhas! Aí, quando bate o sinal da ansiedade ou da depressão, se inicia trabalho de grupo, basicamente para fazer algo com hora marcada e sem a expontaneidade com que fazíamos. A liberdade e a liberalidade foram sucedidas por pressa, pressa e pressa. O sono piora quando se usa as redes antes de dormir. A ansiedade projeta-se no cotidiano. Não se come vendo tv, mas sim com o celular na mão. Não se aprecia a comida no prato, não se cultiva o sabor na boca, não se premia o momento. Há pressa, há superficialidade, há muito de menos e menos de muito. As quantidades têm valido mais do que as qualidades. Muitas fotos, em vez daquela que consagre a viagem. Muitas fotos e pouca contemplação da natureza, prova do sabor da fruta local, da comida típica, da temperatura do ar, do frescor da manhã, do cheiro da relva… Viajamos para que? Para postar fotos? Para dizer que fomos? Para ir? Estamos nos perdendo de nós… o sentido… os sentidos… quanto sentido perdido! E isso não é nada diante do que está chegando. A IA – Inteligência Artificial irá transformar a Sétima Arte. O cinema nunca mais será o mesmo, por mais que haja resistência ou descrença ou crítica. Não porque atores virtuais sejam melhores… Mas porque os custos cairão astronomicamente para a produção, os coreógrafos, roteiristas, dublês e os dubladores não mais serão necessários e os milionários cachês dos astros e estrelas não mais se justificarão. O que o público quer é entretenimento e isso a IA pode produzir… gerando dopamina e outros estimulantes hormonais de modo até mais intensos… O público é que dirá se consumirá ou não o que vem por aí. A mecânica das produções com IA permitirá a interação do expectador, garantindo que, conforme o desejo deste, possa ocorrer um dentre vários finais programados ou até um final inesperado, exatamente fruto desta interação. A criação musical se transformará… os processos judiciais e o acesso à justiça… as obras em nossas casas… os motoristas serão substituídos. Aliás, duvido que os aplicativos, que já dirigem e os que adiante dirigirão os carros, tenham a capacidade de conversar sobre qualquer tema aleatório como os que sempre tivemos. A propósito, adoro conversar com os motoristas… são ótimo termômetro da vida política e social do país. Muitas coisas estão erodindo enquanto estas linhas são escritas e os bebês de hoje crescerão num mundo com menos calor humano e não terão do que ter tantas saudades.

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Rogerio Reis Devisate 1 de março de 2026 1 de março de 2026
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