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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > José Altino > Semeaduras de ódios
José Altino

Semeaduras de ódios

José Altino
Ultima atualização: 7 de março de 2026 às 20:09
Por José Altino 4 horas atrás
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Há pouco mais de dois mil anos nascia Jesus Cristo. No médio oriente, Judéia, Palestina ou qualquer dos muitos outros nomes que já se deram a região. E que ninguém diga, que além de toda a paciente bondade em seu espírito, teria sido Ele, a provocar desde então, toda essa confusão reinante no oriente médio.
Aliás, em confronto com muralhas de odiosidade, foi a primeira e única Divindade presente entre nós, até por isso pagando com sua vida.
Nada, mas nada tem servido de exemplo a ninguém que a belicosidade, um litígio e/ou guerras sem fim, possam trazer um mínimo de paz aos povos deste lugar.
Tenho profunda admiração pelo povo de Abraão, hoje em Israel. Bem os conhecendo, quem não haveria de ter. Gente aplicada e leal aos seus. Fez surgir grandes lideranças, como Ben Gurion, Golda Mayer e em campos de guerra, tendo à frente um homem da estirpe de Moshe Dayan. Todos, guerreiros sem ódios, que souberam o exato momento de encerrar batalhas e violências desgastantes.
Embora, essa mesma gente, que os gerou, em tempos anteriores, tenha buscado a consolidação de seus territórios, adotando, contra ingleses, o que consideram hoje, desprezível, o terrorismo. Uma estratégia politicamente mortal, geralmente empregada pelos mais fracos, buscando ao atingir inocentes, desestabilizar o Estado.
Entretanto, se percebe agora, um mundo em chamas e em desassossego. Mandatários de poderosos países abandonam diplomacias preferindo a velha política das canhoneiras. Mas, agora de misseis, aviões, e tudo que explode em alta potência, conjugados a raptos e assassinatos de contrários e indesejáveis a seus comandos, negócios, comércios e hegemonias mundiais.
De alguma forma entendo o que o administrador americano busca fazer pela Nação americana a qual preside e é sua pátria, não concordando definitivamente com os meios usados. “Quero, tomo, mato e bombas cairão dos céus”. Um autêntico mercador ao uso de ameaças e mortes.
Tudo isso, enquanto tantos condenavam e ainda agora, em menor escala, condenam a Rússia que invadiu uma filha pródiga, a Ucrania, com as melhores terras do mundo, por isso celeiro europeu de alimentos e com histórica aliança tecnológica a eles, desde a decaída União Soviética.
Precisamos todos repetir reconhecendo estarmos dando início a um MUNDO EM CHAMAS.
Os melhores pensadores e responsáveis pela condução da humanidade deveriam buscar em exemplos do passado nem tão longínquo, onde deverá chegar situação, totalmente embrutecida e acompanhada de fúria.
Quanto ao comandante americano, sabemos todos o que, como empresário e altamente financista, vem a buscar, assim como seu porquê. Dedução fácil de se perceber desejos em reconquistar poder, sobre as maiores jazidas do mundo de combustíveis, Venezuela. Isso, embora ao se assenhorar de suas riquezas e domínio, dizer que estaria livrando seu povo do cativeiro de uma “ditadura”, se não consentida, até então tolerada.
Passado e resguardado o botim da pendenga, abriu rota a seus aviões e navios para o longínquo Irã. Terra do lendário Ciro o Grande, com elevadíssimo sentimento espiritual, de uma Nação que jamais foi conquistada. E nela mais um grande interesse, tal qual o anterior latino-americano, a terceira maior reserva mundial de petróleo.
Parecendo aluno fujão, da carteira escolar, trabalho nenhum teve em bem estudar em que mais que milenar vespeiro está xeretando e pior, de povos com milênios de diferenças, a partir religiosas. Assim torna-se fácil ir se imaginar onde tudo chegará.
Noutro viés, é de se perguntar o que o povo de Israel está fazendo meio a um “merdeu” de tal envergadura. Inacreditável, como gente tão avançada culturalmente, na ciência, e em riquezas oriundas de sacrificantes trabalhos e esforços, se permite a ter lideranças com soluções onde sangue escorrem em olhos e bocas.
Causa curiosidade, porque povo tão integro e prospero, que sempre soma a bem humano, venha insistentemente sendo perseguido em tão diferentes épocas e latitudes. Não foram poucos os países, em distantes tempos que os discriminaram. Ao passar dos séculos nada se iguala ao sofrimento deste povo de Abrão. E acho mesmo que deveriam sair em busca de respostas isentas a quaisquer paixões, do porquê tal extremada aversão a eles.
Nos acontecimentos atuais, o que se nota, são violentos retornos inteiramente desproporcionais as agressões sofridas. Seus alvos seguem sem discernimento, indo em geral.
Ainda esta semana, chega ao noticiário, sem desmentidos, as mortes de 160 meninas em educandário iraniano bombardeado. Por quê? Para que isso? Daí a frente quaisquer pais ou parentes, lutarão até o fim. Se sem armas sofisticadas, com facas, adagas, pedras ou mesmo contaminante desprezo. Seu melhor alimento será sempre o veneno de ódio arraigado.
Não tenho nenhuma melhor visão da política internacional e seus interesses, que o famoso Mossad, serviço de informação israelense. Mas, sempre um, mas, acredito que seus olhares e buscas deveriam também, além de observar a Psicologia das Multidões tão bem descritas em livro de Gustav Le Bon, atentarem para os comportamentos psicológicos, não escritos, do exagerado radicalismo de seus líderes.
No momento que vivemos, neste mundo em transe, no qual passamos a viver, onde em nada nos interessa a disputa da primazia mundial do ocidente contra oriente, nossa melhor prudência, implica em comportamento cuidadoso de alinhamento total para com a quietude da paz. Algo que custa caríssimo a ser retomado, se passando por gerações, não havendo fortuna nem bem algum, que valha existir em seu lugar.
Quanto a nós, num tradicional pacífico Brasil, que tantos teimam com semeaduras de ódios inúteis, sem qualquer proveito social ou benefício à Nação, que mantenhamos, não em acovardado silencio, mas prudentes, sem proferir declarações que não nos levarão a lugar algum.
Na história, exemplos são fartos, em que disputas assim, onde assume o radicalismo destemperado raivoso, somado a interesses ocultos dos participantes, melhor mesmo, a precaução, evitando o contágio da intolerância alimentada por desmedidas ambições.
BH/GV/Macapá 08/03/2026
José Altino Machado

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