Segundo a coluna da Fábia Oliveira, o cabeleireiro Robson Souza e o salão de que é dono, Creative Beauty, processaram Malévola Alves após a polêmica envolvendo um procedimento capilar feito na famosa. A ação judicial foi distribuída no dia 4 deste mês.
Em abril, Malévola realizou uma transformação no visual, mas se queixou do valor cobrado pelo serviço. Segundo ela, o orçamento inicial era de cerca de R$ 2,8 mil, mas a conta chegou a R$ 6 mil após procedimentos que afirma não ter solicitado ou combinado. O profissional, por sua vez, defendeu que o preço correspondia às cerca de dez horas de trabalho e aos serviços realizados e aprovados durante o atendimento.
O que diz a ação contra Malévola
Nos autos aos quais a coluna teve acesso, os autores sustentaram que, ao contrário do que contou publicamente, a influenciadora foi previamente informada de todos os procedimentos realizados e seus respectivos valores. Eles afirmaram que, após o atendimento, Malévola utilizou suas redes sociais para expor sua insatisfação, acusando-os de cobrar valores excedentes.
Eles a acusaram de exceder os limites da crítica ao chamar Robson de “golpista”, “mafioso” e “ladrão”. Destacaram que, além disso, a influencer acusou o estabelecimento de “golpe e extorsão”.
Protesto e ameaças
Robson e o salão expuseram que Malévola chegou a levar um grupo de pessoas, incluindo seguranças particulares, para um “protesto” na porta do local. Eles afirmaram que, por receio de agressões, funcionários chegaram a se esconder.
Os autores disseram, ainda, que Malévola fez ameaças públicas, afirmando que “acabaria com a raça” do profissional e que “quebraria o salão”. Eles declararam ter sido alvos de uma campanha de hostilização e execração pública.
Prejuízos
O cabeleireiro e o salão de luxo argumentaram que o episódio acarretou prejuízo empresarial significativo.
Expuseram que o ocorrido levou ao cancelamento de agendamentos, repeliu novos clientes, atraiu uma onda de ataques e chegou a provocar a restrição temporária de seu contato comercial no Whatsapp. As perdas também teriam afetado o faturamento.
Pedidos à Justiça
Robson Souza e o Creative Beauty pediram uma liminarpara que Malévola seja proibida de citá-los ou mencioná-los e visando a remoção imediata de todas as publicaçõesem que faça referência a eles e ao ocorrido.
Os autores pediram uma indenização por danos morais de, no mínimo, R$ 50 mil para cada um, totalizando R$ 100 mil. Pleitearam, também, o pagamento de indenização por danos materiais, em valor a ser apurado após eventual sentença condenatória.
Os referidos danos materiais seriam referentes aos lucros cessantes, isto é, os ganhos que o empreendimento teria deixado de receber por conta dos fatos.
Fonte: Metrópoles

