Foi marcado para o dia 17 de outubro de 2022 o julgamento do policial civil Leandro Freitas, acusado do femicídio da empresária Ana Kátia Silva que foi morta baleada na frente da casa de um dos filhos, na Zona Sul de Macapá, há 2 anos.
O julgamento acontecerá às 8h, no Fórum de Macapá.
O policial é réu por homicídio qualificado com emprego de meio cruel que possa resultar em perigo comum e feminicídio.
A defesa de Freitas alega o disparo que matou a empresária não foi efetuado por ele. Em 2020, ele teve direito a prisão domiciliar, mas a decisão foi revertida em 2021 após o réu ser flagrado correndo dentro do Batalhão da PM enquanto deveria estar preso em casa.
A denúncia do MP diz que Leandro matou Ana Kátia Silva com um tiro no peito numa discussão em um carro.
A perícia concluiu que o tiro foi a “queima roupa” (curta distância). Desde o início o crime foi caracterizado como feminicídio.
O advogado de defesa Osny Brito, diz que o policial não foi o autor do disparo que matou Kátia e que os relatos de testemunhas e as provas apresentadas pela perícia e em laudos técnicos comprovam a inocência do seu cliente.
Além disso, ele também nega qualquer tipo de envolvimento amoroso com a vítima e diz que só conversou de fato com ela 2 dias antes do crime.

