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A Gazeta do Amapá > Blog > Polícia > Youtuber do DF usou mecânico como laranja e lavou R$ 3,4 mi em 6 meses
Polícia

Youtuber do DF usou mecânico como laranja e lavou R$ 3,4 mi em 6 meses

Redação
Ultima atualização: 11 de janeiro de 2024 às 16:17
Por Redação 4 anos atrás
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Conteúdos
Mais depósitosA operaçãoLavagem de dinheiroCaminho do dinheiroRifa clandestina

A Operação Huracán, desencadeada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) nessa segunda-feira (21/3), desmantelou um esquema criminoso envolvendo rifas clandestinas e lavagem de dinheiro que rendeu milhões de reais ao youtuber Kleber Rodrigues de Moraes, conhecido na internet como Klebim. As investigações apontaram que uma sofisticada rede de laranjas era usada para ocultar a fortuna amealhada com o sorteio de veículos de luxo.

De acordo com a Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), o influenciador contava um pelotão de laranjas que movimentava fortunas em suas contas bancárias na tentativa de ocultar e lavar o dinheiro. Auxiliar de mecânico, secretária, supervisor de serviços gerais e até radialista foram alguns dos profissionais usados por Klebim para depositar e transferir grandes quantias.

Em uma delas, um homem identificado como auxiliar de oficina de motopeças fez quatro depósitos para o investigado, totalizando R$ 190 mil. A DRF descobriu que as transações bancárias eram incompatíveis com o patrimônio dele. Mesmo com renda humilde, o mecânico movimentou R$ 3,4 milhões em um período de seis meses.

 

Mais depósitos

A rede de laranjas atuava de forma frenética, fazendo depósitos em sequência para a conta do influenciador digital. Um homem, que tem a profissão de radialista, fez 76 transferências bancárias para a conta de Klebim. Em curtos períodos de tempo, os testas de ferro repassavam quantias altíssimas.

Uma mulher com renda mensal de R$ 1,2 mil foi flagrada movimentando quase R$ 600 mil em três meses. Supostamente, todos os laranjas simulavam o pagamento por serviços publicitários contratados pela empresa Estilo DUB, de propriedade do youtuber.

 

No entanto, a PCDF não conseguiu encontrar nenhum serviço, de fato, prestado pela empresa, caracterizando a fachada criada para lavar o montante. A suspeita sobre a atividade financeira também chamou a atenção pelo fato de os depósitos serem efetuados em terminais de autoatendimento localizados em diversas praças, o que é incomum com o perfil de pessoa física e dificulta a identificação da origem de parte dos recursos.
 

 

A operação

As apurações da Operação Huracán apontaram que o influenciador digital utiliza seus perfis nas redes sociais para promover e realizar sorteios de veículos de luxo, com sofisticados sistemas de som e customização. Klebim e outros três alvos foram presos temporariamente pelos crimes de lavagem de dinheiro e exploração de jogos de azar.

Apenas no Instagram, Klebim tem cinco perfis: o pessoal, com 1,4 milhão de seguidores; Estilo Dub (1,3 milhão); Guincho Dub (12,5 mil), Dub Shop (119 mil) e Dub House (332 mil). Além disso, ele mantém um canal no YouTube com 1,27 milhão de inscritos. Já no TikTok o número é de 1.207. O total de seguidores em todas as redes alcança a marca de 4,4 milhões.

 

Lavagem de dinheiro

De acordo com as investigações, os sorteios não são autorizados pelos órgãos competentes, e o youtuber não recolhe impostos. Klebim, segundo a polícia, lava o dinheiro dos sorteios com a aquisição de veículos superesportivos, que são registrados em nome de laranjas – incluindo a mãe do influenciador – e empresas de fachada.

Além de Klebim, foram presos, acusados de integrar o esquema criminoso, Pedro Henrique Barroso Neiva, Vinícius Couto Farago e Alex Bruno da Silva Vale. Todos teriam ajudado a movimentar as rifas clandestinas e auxiliado na entrega dos veículos, por isso recebiam comissões em dinheiro pagas pelo influenciador digital.

A DRF identificou que o esquema era altamente lucrativo e apurou que os criminosos movimentaram R$ 20 milhões em apenas dois anos. Para se ter ideia do poder de compra de Klebim, a polícia apreendeu uma Lamborghini Huracán e uma Ferrari 458 Spider. Os superesportivos são avaliados em R$ 3 milhões cada.

 

Caminho do dinheiro

A polícia mapeou o caminho dos milhões amealhados com a venda das rifas. Os valores eram pagos por meio de plataformas digitais, como Mercado Pago e PayPal, e caíam diretamente na conta das empresas de fachada.

De acordo com o diretor da DRF, delegado Fernando Cocito, “o conluio criminoso era descarado” e capitaneado por influenciadores digitais que arrastavam milhares de seguidores com o discurso de legalidade e lucratividade das rifas de veículos.

“Os presos influenciaram dezenas de outros contraventores que, em toda a Região Centro-Oeste do país, passaram a disseminar perfis, canais e sítios eletrônicos de rifas ilegais e a ocultar valores oriundos da contravenção, em prejuízo da ordem econômica e do sistema financeiro”, afirmou.

 

Rifa clandestina

A rifa clandestina é prática ilegal, de acordo com o Ministério da Economia, órgão responsável por regrar e fiscalizar loterias e jogos de azar no país.  Segundo a pasta, ainda que o dinheiro da rifa sirva para bancar projetos de veículos – ou seja, total ou parcialmente direcionado para caridade –, a prática é considerada clandestina e irregular.

A legislação permite sorteios e rifas com venda de cotas apenas para instituições filantrópicas e mediante autorização especial; nesse caso, os sorteios devem ser realizados necessariamente via Loteria Federal. O órgão informa que “a exploração de bingos, loterias e sorteios é atividade ilegal e constitui contravenção penal”, além de consistir em um “serviço público exclusivo da União”.

Por meio de nota, o ministério informa que, se houver comprovação de prejuízos a qualquer participante, poderá ser configurado ilícito penal ou, “no mínimo”, lesão ao consumidor.

 

 

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Redação 11 de janeiro de 2024 22 de março de 2022
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