Segundo a
Polícia Federal, a primeira fase ocorrida em maio descobriu uma série de irregularidades, o que para a polícia indica que os fármacos eram desviados da rede pública para serem comercializados.Os policiais verificaram falta de controle sobre o estoque de remédios. O trabalho resultou no indiciamento de dois servidores públicos por peculato.
Varias denúncias de desvios de neurobloqueadores e sedativos, enviados pelo Ministério da Saúde à rede publica do Amapá. Antes da operação, o problema foi noticiado pela imprensa local, inclusive o grupo Gazeta, com campanha de familiares para arrecadação de fundos visando a compra desses medicamentos por conta própria.
Com varios indícios de condutas criminosas, a PF voltou às ruas nesta quinta-feira (22) para recolher documentos e outras provas.
Os mandados foram cumpridos na Coordenadoria de Assistência Farmacêutica , na Superintendência de Atenção à Saúde e em 2 residências de suspeitos
A suspeita é de que houve um “arranjo entre os servidores da Sesa para desviar as medicações, além de inconsistências no envio de medicamentos para as unidades de saúde sob a responsabilidade da Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF)” – que recebe, armazena, controla e envia insumos no âmbito do sistema público de saúde estadual.

