O Bioparque da Amazônia possui 107 hectares de área verde com variedade de espécies de animais, plantas e espaços recreativos para serem explorados pelos visitantes. Um desses locais é o Meliponário, espaço que promove o manejo de abelhas sem ferrão. O local foi recentemente reaberto para a visitação, após revitalização com a finalidade de expandir o trabalho voltado à educação ambiental.
Aproximadamente 100 mil abelhas da espécie Uruçu vivem no espaço distribuídas em mais de 120 colmeias. A espécie é fundamental para a polinização das plantas cultivadas e na preservação da biodiversidade local.
O biólogo do Bioparque, Geraldo Biondi, explica que o espaço é destinado à educação ambiental e à pesquisas científicas sobre a espécie.
“As abelhas são elementos naturais imprescindíveis para a reprodução da vida, isso porque elas ajudam na manutenção e no equilíbrio do nosso planeta. Os visitantes têm a oportunidade de conhecer mais sobre a vida desse inseto, e ainda podem experimentar o mel produzido por eles”, comenta.
Elas estão adaptadas aos ecossistemas presentes no local, vivendo livres na natureza. As abelhas ajudam a promover riqueza e variedade no mundo natural, sendo as polinizadoras responsáveis por mais de 70% das espécies de plantas que produzem frutos, de acordo com o relatório da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES).

