Na noite desta sexta-feira (14), uma ação conjunta foi desenvolvida para fiscalizar o funcionamento da Praça do Coco, em Macapá, para coibir possíveis irregulares e cadastrar os ambulantes que trabalham nos arredores e que ainda estavam irregulares junto ao município.
O trabalho foi coordenado pela Semhou e contou com apoio da Guarda Civil Municipal de Macapá (GCMM) e da Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento e Inovação (Semtradi).
Durante a ação, as equipes atuaram em três frentes: notificação, fiscalização e cadastramento.
Irregularidade, apreensão e cadastramento
A Praça do Coco possui 36 quiosques e durante a ação foi constatado que apenas 6 estão regular com contrato vigente de 2023; 4 deram entrada no processo de regularização e 26 estão inadimplentes junto ao município, somando uma dívida de quase R$ 100 mil reais. Alguns estão em débito desde o ano de 2017.
Os proprietários já haviam sido notificados e nesta ação eles foram comunicados da desapropriação, ou seja, se no prazo de 3 dias úteis não houver regularização do débito os quiosques serão desocupados e reintegrados à Prefeitura conforme determina o Código de Postura da Legislação Municipal.
A fiscalização também identificou o uso de som alto, o que se tornou uma das constantes reclamações da população.
De acordo com a Fiscal de Postura Josiléia Costa, foram expedidos 4 autos de apreensão nos quiosques flagrados com uso de som alto. Foram apreendidos caixas de som e refletores de Lead.
“Após ser feita a apreensão o proprietário que quiser reaver o que foi apreendido deve procurar a Semhou e efetuar o pagamento para retirar o bem”, explicou a fiscal.

