Waldez Góes acionou a Polícia Federal para identificar os responsáveis e punir os golpistas.
Indicado pelo Centrão
Ex-governador do Amapá por quatro mandatos, Waldez Góes foi nomeado para comandar a pasta da Integração e do Desenvolvimento Regional na gestão do presidente Lula (PT) dentro da “cota” do Centrão no governo.
No cargo, Góes disse que pretende aumentar a participação de fundos constitucionais para financiar a integração regional do país, além de retomar obras e fortalecer autarquias, como a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf).
A escolha de Waldez foi criticada pela Transparência Internacional, ONG que atual a nível mundial no combate à corrupção.
O ex-governador foi acusado em 2019 por desviar valores de empréstimos consignados de servidores públicos. A verba era descontada dos salários e utilizada para bancar despesas do governo, atrasando o pagamento dos valores aos bancos credores.
Na ocasião, a equipe do ministro disse ao UOL que “tanto o relator quanto o revisor no STJ (Superior Tribunal de Justiça) reconhecem que os valores foram utilizados para pagar servidores e que não houve desvio em favor de terceiros e nem de Waldez Góes, na época governador”. Ainda de acordo com o assessor do pedetista, “não existe nenhum débito do Estado do Amapá com os bancos referentes ao período”.
Com informações do UOL
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