De acordo com a investigação da 6ª Delegacia de Polícia da capital, o homem atendia os interessados, cobrando taxas que não existiam, além do valor da matrícula. Ele solicitava o pagamento em dinheiro ‘vivo’, para que pudesse subtrair os valores sem chamar a atenção da direção da escola.
“O indiciado, ao fazer os atendimentos iniciais de captação de alunos, cobrava por alguns serviços adicionais inexistentes desviando os valores para sua conta pessoal. Ele sempre pedia pagamentos em dinheiro para facilitar a ilicitude do negócio e evitar deixar rastros”, explicou o delegado Eduardo Marchette Quadrotti, responsável pelo caso.
Durante o interrogatório, o indiciado confessou o crime. Com o início do ano letivo, quatro vítimas foram descobertas. A polícia acredita que mais pessoas possam ter sido prejudicadas. A escola profissionalizante arcou com os prejuízos financeiros sofridos pelas vítimas.
O funcionário foi indiciado na terça-feira (18) e o inquérito policial foi enviado ao Poder Judiciário que vai decidir pela oferta ou não da denúncia.
A polícia pede para que vítimas do funcionário procurem a 6ª Delegacia de Polícia da Capital, localizada na Avenida Feliciano Coelho, nº 118, bairro Trem.

