Conhecido como “Teozinho”, o homem é apontado como chefe de uma facção criminosa que comanda o tráfico de drogas na zona sul da capital. De acordo com a polícia, ele é envolvido em ações de “rato d’água” (ladrões de embarcações) e já havia atirado contra agentes de segurança anteriormente.
Ele morava no Conjunto Habitacional Mucajá, no bairro Beirol, mas estava escondido no condomínio. A polícia recebeu uma denúncia anônima informando a presença de um homem armado no bloco H.
Ao averiguar a situação, a polícia foi recebida a tiros, e ao revidar, atingiu o suspeito, que não resistiu aos ferimentos. De acordo com o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes), “Teozinho” estava escondido no apartamento da sua companheira.
No local, a polícia encontrou um homem do Suriname, que estaria visitando a cidade, e uma mulher e duas crianças. Ela se identificou como esposa de “Teozinho”. Foram apreendidos porções de droga do tipo maconha, cocaína e crack, material para embalar os entorpecendentes, balança de precisão, celulares e notebook.
“Teozinho” estava com mandado de prisão contra ele expedido pela Justiça em dezembro de 2022. Ele respondia a 20 processos, entre eles, associação criminosa, homicídios, roubos, furtos e tráfico de drogas. A arma utilizada pelo infrator foi roubada de uma empresa de vigilância no ano passado. À época, foram furtadas 38 armas de fogo.

