Em menos de duas horas, o Amapá registrou três mortes violentas por arma de fogo na noite de sexta-feira (16) em Macapá e Santana. Os assassinados em sequência ocorreram entre 20h e 22h, em bairros distintos, todas as vítimas eram homens e foram mortas a tiros, de acordo com os registros policiais.
O primeiro homicídio aconteceu por volta de 20h, na Rua Everaldo Vasconcelos com a Avenida Princesa Isabel, no bairro Fonte Nova, em Santana, a 17 quilômetros da capital. A vítima, Ismael das Chagas Figueiredo, de 30 anos, foi morto em frente a borracharia onde trabalhava.
De acordo com informações de populares, dois homens em uma bicicleta chegaram atirando contra Figueiredo. A bala atingiu o braço esquerdo, atravessou e acertou o tórax. Ele chegou a ser socorrido por terceiros e levado para o Hospital de Emergências de Santana, mas não resistiu.
Os familiares não souberam informar a motivação do crime e nem suspeitos. Por meio de uma ligação anônima, a polícia foi informada que o autor do disparo era um indivíduo conhecido como “Gabrielzinho”. Equipes realizaram diligências, no entanto sem êxito.
O segundo caso ocorreu por volta de 22h. Clebson Silva da Silva, de 18 anos, foi alvejado próximo ao viaduto da BR-210, na zona norte. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito.
A ocorrência foi atendida pelo 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) e contou com o auxílio de equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Não há informações dos criminosos. A Polícia Civil vai investigar o que teria motivado a morte.
Segundo os registros do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), o terceiro homicídio ocorreu no bairro Ipê, na zona norte de Macapá, por volta das 22h28. A vítima foi identificada como Rosildo Mendes Figueiredo Neto, de 19 anos.
O jovem conhecido na região como “Neto”, seria integrante de uma facção criminosa. A polícia não detalhou como ocorreu o crime, que aconteceu na Rua Vereador Júlio Maria Pinto Pereira. Ele foi levado para a Unidade Básica de Saúde (UBS) Marcelo Cândia, mas não resistiu.

