De acordo com Helton Luiz, conselheiro da zona oeste de Macapá, na casa não existiam recursos básicos como água encanada, água potável, alimentos, fogão e nem geladeira.
Como consequência do abandono e da falta de condições apropriadas, os menores estavam muito sujos, sem roupas, com fome e desidratados. As crianças também apresentaram gripe, indícios de anemia e feridas pelo corpo.
Segundo o conselho, um dos meninos é portador de autismo e todos já recebem atendimento médico em uma casa de saúde.
Ainda segundo Helton, a adolescente de 13 anos, que tomava conta dos menores, recebia instruções para fingir que tinha 17 anos de idade.
As crianças são filhas de duas irmãs mais velhas da menina. Uma é mãe de 3 menores e a outras é mãe de mais 4 crianças. Elas não foram presas.

