“Senhor fazei-me instrumento da vossa paz”. O mundo pandêmico exige de todos nós resiliência e coragem para reconstruir o planeta. A guerra voltou a amedrontar as nações. A fome e o desemprego, a violência urbana assola o mundo. A depressão e outras doenças, exigirão dos governos, políticas públicas eficazes
“Onde houver ódio, que eu leve o amor”. Outro desafio é a questão do ódio e fake news nas redes sociais. Bem sabemos que o advento das Redes Sociais veio beneficiar as comunicações sociais, porém o mal uso propaga o ódio, mentiras e o crime. É importante construir a cultura da paz fundamentada no amor a Deus e ao Próximo.
O mundo precisa apagar as ofensas com perdão, as discórdias com união. A dúvida com a fé, o erro pela verdade, o desespero pela esperança, a tristeza pela alegria, as trevas pela luz. Que saibamos mais consolar, amar, “pois é dando que se recebe e é morrendo que se vive para a vida eterna.
Segundo a meteorologia outubro será o mês mais quente em Macapá. A sociedade, os governos do mundo devem ter consciência da crise gerada pelos seres humanos e seus modelos de desenvolvimento econômico. A crise climática é uma realidade e ameaça todos os avanços conquistados desde a Revolução Francesa.
Francisco foi o maior homem que o ocidente produziu. Foi escolhido pela ONU o homem do milênio. Francisco dos pobres e da ecologia necessita ser referência e exemplo do novo homem para um novo milênio.
Em mil novecentos e noventa e nove, dez anos antes de terminar o primeiro milênio, a revista “Times” realizou uma importante pesquisa entre seus leitores para saber qual seria a personalidade mais inspiradora e mais importante do milênio que terminava. O mundo foi surpreendido com o resultado. São Francisco ficou em primeiro lugar. O pobre de Assis.
São Francisco de Assis nasceu em Assis, Itália, em 1182. Era filho de Pedro Bernardone, um rico comerciante, e Pia, de família nobre da Provença. Na juventude, Francisco era muito rico e esbanjava dinheiro com ostentações. Porém, os negócios de seu pai não lhe despertaram interesse, muito menos os estudos.
Na juventude de Francisco, por volta de seus vinte anos, uma guerra começou entre as cidades italianas chamadas Perugia e Assis. Ele queria combater em Espoleto, entre Assis e Roma, mas caiu enfermo. Durante a doença, Francisco ouviu uma voz sobrenatural. Esta lhe pedia para ele “servir ao amor e ao Servo”. Pouco a pouco, com muita oração, Francisco sentiu em seu coração a necessidade de vender seus bens e “comprar a pérola preciosa” sobre a qual ele lera no Evangelho.
Certa vez, ao encontrar um leproso, apesar da repulsa natural, venceu sua vontade e beijou o doente. Foi um gesto movido pelo Espírito Santo. A partir desse momento, ele passou a fazer visitas e a servir aos doentes que se encontravam nos hospitais. Aos pobres, presenteava com suas próprias roupas e também com o dinheiro que tivesse no momento. Ali Francisco encontrou o verdadeiro sentido de sua vida: Jesus e os pobres. Morreu no dia três de outubro de 1226, com menos de 45 anos, depois de escutar a leitura da Paixão do Senhor. Ele queria ser sepultado no cemitério dos criminosos, mas seus irmãos o levaram em solene procissão à Igreja de São Jorge, em Assis. Ele foi canonizado apenas dois anos depois da morte, em 1228, pelo Papa Gregório IX. Sua festa é celebrada em 04 de outubro.