ALGUÉM acredita mesmo que LULA e companheiros sejam socialistas e ainda mais, honestos? Na China comunista, diante de tanta evidência de corrupção, se acusados e considerados culpados, receberiam a pena de morte.
Assisto incrédulo e impotente a chegada de LULA à presidência do Brasil pela terceira vez. Ao subir a rampa do planalto, o que deveria de motivo de jubilo nacional, a apoteose da pobreza brasileira de toda sorte; recebeu uma desprestigiada faixa presidencial das mãos de uma catadora de lixo, a mais emblemática representante da alma periférica nacional, alçada à glória do absurdo, pois traduziria “o povo no poder”.
A impressão é que haja uma desnutrição intelectual coletiva. A crônica pobreza contaminou as escolas e daí as universidades, as fábricas, os sindicatos, as comunicações, criando um povo dismórfico, nivelando o Brasil por baixo. Por outro lado, o país não teria valores morais nem éticos, estando carente de lideres, exceto ele, que tem clara filia pelo poder, cujo propósito, além de enriquecimento ilícito pessoal e de apaniguados petistas ou não, que compõem a ampla frente partidária, e que lhe hipoteca condicional apoio político, é implantar o socialismo à moda chinesa, cujo capitalismo de estado e de partido único, tem ele admiração, já disse, modelo para o Brasil.
Todavia, o que é pior e desanimador: o maior representante da ética política e moral nacionais, diz, não haveria ninguém mais honesto do que ele próprio, ainda que diga que o político deva mentir, se quiser ganhar as eleições, pois basta lhe dar ao pobre uma nota de R$10 para tomar uma cervejinha no bar da esquina ou prometer-lhe picanha nos fins de semana.
A sua conduta e postura, seus dizeres são uma piada de mau gosto, mas entram para os anais da política nacional, cuja GLOBO, FOLHA DE SÃO PAULO fecham os olhos, como a expressão máxima de seu sentimento e pensamento: o maior representante caráter nacional, é bem avaliado pela intelligentsia socialista, avalizado pelo Bonner da Globo, que afirmou em rede nacional que LULA, “inocentado”, nada mais deve à justiça.
O povo que o apoia parece estar em transe coletivo.
A despeito de seu passado político manchado pela ampla corrupção, para espanto de todos, por questões meramente formais, foi reconduzido descaradamente ao poder, tendo sido anuladas todas as suas condenações pelo STF, que restitui-lhe seus plenos direitos políticos. O povo acreditou que a jararaca estivesse morta, como se ele se definiu, mas não estava morta; acertaram-lhe o rabo e não a cabeça.
A sua volta à vida publica foi apoiada por artistas, intelectuais, estudantes e professores, docentes universitários e acadêmicos, sindicalistas e “excluidos”. Entende-se como “excluídos”, pretos, pobres, gays, favelados e 99,99% da bandidagem: a ralé socialista.
A imprensa fez o papel de inocentá-lo, pintando-o como grande injustiçado e vítima da “República de Curitiba”, uma grande força tarefa- a LAVA JATO, que desvendou o maior escândalo de corrupção do país e mundial.
A TERMINAR
A RALÉ SOCIALISTA
