Fraudes, falsidades, mentiras ou imenso desconhecimento da vida pregressa do nosso planeta, o leitor pode escolher qual dessas alternativas ou todas sobre a nova crença ambientalista somente nos resta parafrasear o ilustre Cícero, Marco Túlio Cícero foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo da gens Túlia da República Romana eleito cônsul em 63 a.C., ao debater pela enésima vez com Catilina: – “Até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência?”(Quousque tandem, abutere Catilina, patientia nostra?). Lucius Sergius Catilina, foi um militar e senador da Roma Antiga, célebre por ter tentado derrubar a República Romana, e em particular o poder oligárquico do senado:
Alguns veículos tradicionais de informações tomaram partidos e abraçaram as causas do ambientalismo sem qualquer pudor fazendo proselitismo para manipular leitores, telespectadores e ouvintes, nitidamente alimentados por polpudas quantias de grupos empresariais que tem interesse financeiros na campanha ambiental. Mas, nem tudo está perdido, as redes sociais abrigam articulistas internacionais e nacionais independentes que por puros ‘nojo e revolta com as falsidades divulgadas’ rebatem os argumentos de ‘ouvi dizer’ com argumentos e pareceres de cientistas sérios aprovados por seus pares.
Recentemente, em 7 de fevereiro deste ano, o site Daily Skeptic publicou a matéria ‘Que seca? Dados da Amazônia mostram pouca mudança geral na precipitação em 300 anos’, assinado por seu editor de meio ambiente Chris Morrison, que transcrevo trechos.
“A histeria reinou suprema quando as recentes manchetes da grande mídia global atribuíram a culpa pela seca do ano passado na bacia amazônica às mudanças climáticas causadas pelo homem. A BBC informou que sem o envolvimento humano, a seca pode ter ocorrido uma vez a cada 1.500 anos. Damian Carrington, do Guardian, disse que ‘atingiu o nível máximo excepcional na escala científica’, seja lá o que isso signifique. Aqueles com uma convicção mais cética poderão notar que os sustos surgiram de modelos computacionais financiados pelo investidor bilionário verde Jeremy Grantham. Na verdade, as chuvas na área mostraram poucos desvios cíclicos ao longo de quase 300 anos, secas severas são comuns na bacia, particularmente em anos de El Niño, e as temperaturas no Brasil aumentaram apenas 0,6°C desde 1900 – consideravelmente menos do que os aumentos alegados para o hemisfério norte.
Os sustos emanaram da World Weather Attribution (WWA), uma unidade de ativistas verdes dirigida pelo Grantham Institute do Imperial College. O dado divulgado, reproduzido pela mídia, era que o evento tinha 30 vezes mais probabilidade de acontecer devido ao que o Guardian chamou de ‘aquecimento global’. A crise climática está a ‘sobrecarregar’ condições meteorológicas extremas em todo o planeta, informa Carrington, claramente muito perturbado, e pensa-se que a floresta tropical amazónica já está perto de um ‘ponto de inflexão’ para um estado mais seco.
À sua maneira, a WWA preenche uma lacuna no mercado pseudocientífico. Para grande irritação dos ativistas, o Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas recusou-se em grande parte a aceitar qualquer sinal crescente de catástrofes naturais, como secas, furacões e incêndios florestais. Utilizando o que afirmam ser métodos ‘revisados por pares’, os modelos computacionais da WWA simulam primeiro um clima sem envolvimento humano que não existe, e depois comparam-no com outra simulação que supostamente reflete o envolvimento de seres humanos na queima de hidrocarbonetos. ‘Não consigo pensar em nenhuma outra área de pesquisa onde o relaxamento do rigor e dos padrões tenha sido encorajado pelos pesquisadores, a fim de gerar reivindicações mais amigáveis às manchetes, à defesa política e até mesmo aos processos judiciais’, é o veredicto do ilustre comentarista científico Roger Pielke Jr.
A WWA aceita a influência de um forte El Niño que causou a seca na Amazónia no ano passado, mas disse que o seu estudo mostrou que as alterações climáticas foram o principal motor do evento, ‘através da sua influência nas temperaturas mais elevadas’. Está um pouco mais quente no Brasil do que há 120 anos, pois o planeta se recuperou naturalmente da Pequena Idade do Gelo. Mas os trópicos geralmente apresentam um aquecimento muito menor do que partes do hemisfério norte.
A WWA, financiada por bilionários, e o seu fiel grupo de imprensa poodle estão claramente a tentar alarmar as populações globais sobre um clima em colapso e a necessidade de uma solução Net Zero supranacional e coletivista. O cofundador da WWA e colaborador regular da BBC, Dr. Friederike Otto, é bastante claro sobre a mensagem política que está sendo promovida. Ela observou que era ‘muito preocupante’ que as mudanças climáticas causadas pelo homem tenham sido a causa da seca devastadora na Amazônia no ano passado. ‘As nossas escolhas na batalha contra as alterações climáticas permanecem as mesmas em 2024 – continuar a destruir vidas e meios de subsistência através da queima de combustíveis fósseis, ou garantir um futuro saudável e habitável, substituindo-os rapidamente por energia limpa e renovável.’ No final, são apenas opiniões, e é para descrédito crescente de grande parte da grande mídia que são tratadas como qualquer outra coisa.
Os Ottos deste mundo podem pensar que podem impedir as alterações climáticas, mas no planeta real a Amazónia parece estar a dar-se muito bem. A desflorestação é um problema real, mas não tem nada a ver com as alterações climáticas e pode ser resolvida a nível político. Melhorar o padrão de vida das pessoas que vivem na região amazônica, incentivando mais o uso de hidrocarbonetos, pode ajudar.”
Naturalmente só quem é cego e insensível não percebe que ocorrem alterações climáticas, em determinados anos mais graves ou mais leves, alterações estas que o nosso planetinha sofre desde a sua formação. Agora tentar monetizar tais eventos para ter lucro é absolutamente desonesto, principalmente porque quem paga a conta é o povo dos países que possuem governantes desvairados convencidos pela lavagem cerebral diária de veículos de comunicação muito bem remunerados para não fazer jornalismo sério que requer que as opiniões divergentes das publicadas sejam divulgadas. Vamos adiante e tentar mitigar as explosões solares, talvez com super extintores de incêndio, ou os 90% de vapor d’água na atmosfera, quem sabe usando um produto químico na superfície dos mares e rios para evitar a evaporação.
“Se você não for cuidadoso, os jornais vão acabar te fazendo odiar as pessoas que estão sendo oprimidas e adorar os opressores.” Malcolm X (1925-1965), ativista dos direitos dos negros.