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A Gazeta do Amapá > Blog > Amapá > Prefeito interino Pedro DaLua tem “Gabinete de Crise” barrado pela justiça por suspeita de irregularidades
Amapá

Prefeito interino Pedro DaLua tem “Gabinete de Crise” barrado pela justiça por suspeita de irregularidades

Redação
Ultima atualização: 10 de abril de 2026 às 15:17
Por Redação 12 horas atrás
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Decisão aponta possível desvio de finalidade, salários acima do padrão e risco direto de prejuízo aos cofres públicos; multa diária pode chegar a R$ 10 mil

Uma decisão contundente da 2ª Vara de Fazenda Pública de Macapá escancarou uma crise administrativa que pode ter impactos profundos na gestão municipal.

A Justiça determinou a suspensão imediata da nomeação e do pagamento de cargos criados no chamado “Gabinete de Emergência Administrativa e Financeira”, instituído durante a gestão interina do prefeito Pedro da Lua.

A medida foi tomada após ação do Ministério Público do Estado do Amapá, que identificou indícios de ilegalidades, possível desvio de finalidade e ameaça concreta ao patrimônio público.

Segundo os autos, o prefeito interino assumiu o comando do Executivo municipal em 4 de março e, apenas oito dias depois, já encaminhava à Câmara o projeto de criação do gabinete emergencial.
O argumento utilizado foi a existência de um suposto “caos administrativo e financeiro”. No entanto, a própria Justiça destacou que não há, no projeto, qualquer demonstração concreta dessa crise ou indicação objetiva de quais serviços essenciais estariam comprometidos.

Para o juiz, a justificativa genérica levanta sérias dúvidas sobre a real intenção da medida.
O ponto que mais chamou atenção foi a previsão de criação de cargos com remunerações consideradas elevadas — e, em alguns casos, superiores às já praticadas na própria administração pública.

Entre os cargos previstos estavam:

  • Secretário do gabinete emergencial
  • Secretário adjunto
  • Assessor jurídico especial

De acordo com o Ministério Público, o salário do assessor jurídico ultrapassaria em mais de R$ 10 mil o valor pago ao Procurador-Geral do Município, o que evidencia possível distorção salarial e afronta aos princípios da administração pública. Além disso, a estrutura proposta seria composta por pessoas externas ao quadro efetivo da prefeitura, funcionando, na prática, como uma espécie de “consultoria privada” financiada com recursos públicos.

Na decisão, o magistrado foi direto ao afirmar que a criação do gabinete, da forma como foi proposta, viola princípios básicos da administração pública, como legalidade, moralidade, impessoalidade, eficiência e razoabilidade.

Também foi apontada possível violação à Constituição Federal e à Lei Orgânica do Município de Macapá, que determina que cargos de confiança devem ser ocupados, preferencialmente, por servidores de carreira. Outro ponto grave destacado foi o que o juiz classificou como “finalidade retórica” do gabinete — ou seja, uma justificativa vaga, sem fundamentação concreta, o que pode caracterizar desvio de finalidade.

A decisão também evidencia uma contradição central: se a prefeitura enfrenta uma crise financeira, como justificar a criação de novos cargos com altos salários? Para o Judiciário, a medida não apenas deixa de resolver o problema, como pode agravá-lo, ampliando despesas em um momento que exigiria contenção de gastos.

O juiz alertou ainda para o risco de dano irreparável aos cofres públicos. Caso os pagamentos fossem realizados, a recuperação desses valores seria difícil, especialmente se destinados a cargos considerados irregulares.

Diante disso, foi concedida liminar suspendendo imediatamente os efeitos da lei, incluindo nomeações e pagamentos. Em caso de descumprimento, foi fixada multa pessoal diária de R$ 10 mil ao gestor responsável.

O caso se soma a um cenário já turbulento na administração municipal, marcado por afastamentos e mudanças recentes no comando da prefeitura. A decisão judicial, além de interromper a criação do gabinete, também lança dúvidas sobre a condução administrativa no período de interinidade.

A ação ainda terá desdobramentos, e o mérito do caso será analisado ao longo do processo. Enquanto isso, a decisão liminar permanece em vigor, impedindo qualquer avanço na implementação do gabinete.

Nos bastidores políticos, a repercussão é imediata: aliados tentam justificar a medida como necessária, enquanto críticos apontam possível tentativa de uso indevido da máquina pública.
Para a população, fica a pergunta que ecoa nas ruas e nas redes:
gestão emergencial ou manobra administrativa com dinheiro público?

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Redação 10 de abril de 2026 10 de abril de 2026
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