O Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) alcançou um resultado histórico ao classificar quatro iniciativas entre as finalistas da 23ª edição do Prêmio Innovare, uma das mais importantes premiações do Sistema de Justiça brasileiro. As práticas reconhecidas representam o compromisso da instituição com a inovação, a inclusão social, a comunicação pública e a ampliação do acesso à Justiça.
Entre os projetos finalistas está o Birô de Comunicação, desenvolvido pela Secretaria de Comunicação (Secom), que se destaca por fortalecer a comunicação institucional, tornar mais transparente o investimento e retorno da área por meio de uma estratégia inovadora e aproximar cada vez mais o Poder Judiciário da sociedade. A iniciativa de vanguarda é um feito inédito ao colocar, pela primeira vez, um projeto de comunicação do Amapá entre os finalistas da premiação.
Também representa o Tribunal o PlenaMente Digital 60+, projeto voltado à inclusão digital da população idosa. A iniciativa promove capacitação tecnológica, incentiva a autonomia no uso de ferramentas digitais e amplia o acesso aos serviços públicos e à Justiça por meio da educação digital para pessoas com 60 anos ou mais.
Na área da cidadania e dos direitos humanos, o programa Pop Rua Jud concorre com o projeto Sexta Restaurativa, que reúne instituições parceiras para oferecer atendimento jurídico, serviços de saúde, assistência social, qualificação profissional e oportunidades de reinserção social às pessoas em situação de rua e de vulnerabilidade.
Completa a lista o projeto Falando Direito Amapá, desenvolvido pelo Escritório Social, iniciativa que leva educação jurídica e cidadania a egressos do sistema prisional e à comunidade, com linguagem acessível e ações voltadas à prevenção de conflitos, ao conhecimento de direitos e ao fortalecimento da cultura de paz.
“Ter quatro iniciativas do Tribunal de Justiça do Amapá entre as finalistas do Prêmio Innovare é motivo de grande orgulho para toda a nossa instituição. Esse reconhecimento demonstra que estamos no caminho certo, com projetos que unem inovação, inclusão, comunicação e compromisso social”, pontuou o presidente do TJAP, desembargador Jayme Ferreira.
“Mais do que concorrer a uma das maiores premiações do Judiciário brasileiro, ressaltamos que é possível construir uma Justiça cada vez mais humanizada, acessível e conectada às necessidades da população. Esse resultado pertence a magistradas, magistrados, servidoras, servidores, colaboradoras e colaboradores que acreditam no poder da inovação para transformar vidas e fortalecer o acesso à Justiça”, concluiu o magistrado.

