Os ambientalistas continuam a usar desabridamente a jovem sueca autoproclamada ‘autista defensora da justiça climática’ nos seus movimentos contra toda e qualquer ação no mundo que signifique o resgate do uso de combustíveis fosseis para a manutenção do padrão de vida dos seres humanos. Para eles que acreditam na avaliação errônea de que as alterações climáticas e o aquecimento global são produzidos pelas pessoas de todos os países. Não lhes sobra quaisquer vergonhas ou conceito de moralidade ao utilizar uma jovem autista nas suas atividades de sabotar o futuro de todos, chegando a pôr em risco a própria vida da menina crédula e bem orientada na ideologia do clube de Roma.
A Fox News Digital publicou, em 16/01/2023, “Greta Thunberg é removida pela polícia alemã de local de protesto em massa contra mudança climática em mina de carvão”, matéria assinada por Danielle Wallace que reproduzo alguns trechos.
“A polícia alemã teria removido a ativista de mudanças climáticas Greta Thunberg, de 20 anos, do local de um protesto em massa contra a demolição de uma vila abandonada para a expansão de uma mina de carvão. Thunberg, uma autoproclamada sueca “autista defensora da justiça climática”, juntou-se a milhares de manifestantes que apareceram no sábado para protestar contra a limpeza do vilarejo de Luetzerath, caminhando pela vila vizinha de Keyenberg e passando por campos lamacentos no oeste da Alemanha. No domingo, Thunberg falhou novamente com os pedidos da polícia para deixar o local, antes que dois policiais a levassem embora, informou o jornal alemão BILD, mostrando uma foto de Thunberg sorrindo com dois policiais, cada um usando um capacete equipado com uma proteção facial, em cada lado pegando-a pelos braços.
De acordo com o BILD, a polícia alemã disse que 70 policiais ficaram feridos e nove manifestantes foram levados para o hospital em uma ambulância durante as manifestações do fim de semana, embora ninguém tenha ficado gravemente ferido. No sábado, milhares de pessoas se manifestaram nas proximidades contra o despejo e a expansão planejada da mina de carvão Garzweiler. Houve confrontos com a polícia enquanto alguns manifestantes tentavam chegar ao vilarejo, que agora está cercado, e à mina. Ambientalistas dizem que demolir a vila para expandir a mina Garzweiler resultaria em enormes quantidades de emissões de gases de efeito estufa.”
Os ativistas climáticos que usam a jovem Greta e ela mesmo desconhecem a história universal, acreditam piamente que nós que habitamos este mundo vamos destruí-lo. O planeta tem prioridade sobre os seres humanos e aqueles que sobreviverem à destruição do mundo atual, depois de voltarmos a viver como viviam os nossos ancestrais sem energia suficiente para a vida como conhecemos hoje, viveriam em um planeta paradisíaco. Vejamos o que ocorreu no passado com a “Grande Fome”.
“A Grande fome de 1315-1317 na Europa (ocasionalmente datada como 1315-1322) foi a primeira de uma série de crises sociais em larga escala que atingiram a Europa no início do século XIV, causando milhões de mortes por um grande número de anos, marcando assim o fim de um período anterior de prosperidade no continente durante o século XIII. Iniciando com um tempo ruim na primavera de 1315, a alteração climatológica acabou por promover quebras universais das colheitas entre a primavera de 1315, acentuando-se no verão de 1316 até ao verão de 1317. A Europa não se recuperou totalmente até 1322. Foi um período marcado por níveis extremos de crimes, doenças, mortes em massa e infanticídio. Houve consequências para a Igreja Católica, os Estados nacionais, a demografia do continente a sociedade europeia como um todo. A grande fome de 1315 auxiliou a potencializar as futuras calamidades do século XIV – Wikipédia.”
Vamos também lembrar que à época a população mundial era de 350 milhões de habitantes que não utilizavam combustíveis fosseis. O cozimento dos alimentos e o aquecimento eram produzidos pela queima de madeira ou carvão vegetal. A iluminação era oriunda de lamparinas abastecidas com óleo vegetal ou velas de sebos de animais. Mesmo assim ocorriam catástrofes que ocasionavam milhões de mortes como a grande fome. O nosso planetinha arrastado por uma estrela de quinta grandeza – o sol em sua órbita desconhecida através da ‘via láctea’ sempre sofreu alterações climáticas extremas inesperadas e aquecimentos/resfriamento globais.
O que me causa enorme espanto, deveria causar a todos que conhecem a história dessa pequena bola predominantemente de agua que chamamos de terra, é que os cientistas de boa formação, que justificam as teses emanadas do braço ambiental da ONU, acolheram e enveredaram pelo caminho de que a humanidade é quem provoca as alterações climáticas e o aquecimento global. Já chegamos a um nível tecnológico que enseja o desenvolvimento de defesas dos seres humanos aos ‘humores do universo’. Não tenho qualquer notícia de cientistas desenvolvendo sistemas para nos protegerem do futuro que pode nos atingir até mesmo provocando a nossa extinção.
Como autor deste artigo, pela passividade dos seres humanos diante das teses estapafúrdias do braço ambiental da ONU e total desconhecimento da vida pregressa do nosso planeta, somente me resta lembrar as Crónicas de Eça de Queirós, publicadas na «Gazeta de Notícias», do Rio de Janeiro e reproduzida pelo site O Portal da História, o que escreveu Eça no encerramento de sua crônica sobre o fim do ano de 1880 relativa ao Natal:
Deus tem só uma medida a tomar com esta humanidade inútil: afogá-la num dilúvio. Mas afogá-la toda, sem repetir a fatal indulgência que o levou a poupar Noé; se não fosse o egoísmo senil desse patriarca borracho, que queria continuar a viver, para continuar a beber, nós hoje gozaríamos a felicidade inefável de não sermos…
As façanhas de Greta
