Temos uma população por volta de 900.000 habitantes no Estado do Amapá, que somados com povo do “entorno” ou comunidades e cidades próximas, como de Monte Dourado, Almeirim, Afuá, Cavianas, Breves e várias outras localidades do Estado Pará, que também utiliza nosso sistema de saúde, somam aproximados em mais de 1.000.000 (UM MILHÃO) de pessoas, em uso do sistema de saúde do Amapá, tornando-o notadamente, mais caótico o setor de saúde na cidade de Macapá-AP. Então, de acordo com a O.M.S. – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (aquele instituição da ONU, que os socialistas e comunista adoram mencionar), em tempos de pandemia, deveríamos ter, no mínimo 300 (TREZENTOS) LEITOS DE U.T.I. – Unidade de Tratamento Intensivo e mais 500(QUINHENTOS) LEITOS DE SEMI-UTI E LEITOS COMUNS, essa é a regra e não a exceção.
Mas na “REPUBLICA TUCUJUS” no Amapá, o que se viu, foi à corrupção desenfreada, com a POLÍCIA FEDERAL E O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, FAZENDO OPERAÇÕES POLICIAIS PARA APURAR DESVIOS DE VERBAS PÚBLICAS FEDERAIS, ENVIADAS PARA O COMBATE DO COVID -19. Já tivemos várias operações da Polícia Federal no Amapá, para apurar desvios de verbas federais, enviadas para o combate ao Covid, como da “OPERAÇÃO VIRUS INFECTIO” que apurou desvios de responsabilidade no Governo do Estado do Amapá, de gestão do PDT por 03(três) vezes. Assim como, também em outros municípios, como Santana-AP e Oiapoque-AP, que inclusive teve a prefeita afastada. E no âmbito do GOVERNO MUNICIPAL de gestão do Partido REDE, em MACAPÁ-AP, foi realizada operação em órgãos públicos de Unidades Básicas de Saúde – UBS, de responsabilidade da PMM – Prefeitura Municipal de Macapá e a operação da PF tinha a denominação de “FIEL DA BALANÇA,” e está na fase inicial e provavelmente terá seus desdobramentos. É uma vergonha, tínhamos “ANTES” um sistema de saúde falido e agora, além do caos, virou também caso de polícia. A diferença crucial, é que, são verbas públicas federais e estas não dependem de FISCALIZAÇÃO DE TRIBUNAL DE CONTA DO ESTADO DO AMAPÁ, DE DEPUTADOS ESTADUAIS E VEREADORES, que estão omissos, inodoros e insípidos, pois estes, continuam, mudos e calados, apesar de tantos casos de corrupção. É um descalabro e uma vergonha para o povo do Amapá. Infelizmente é uma notícia verdadeira e cruel, de pessoas e servidores públicos, que roubam equipamentos, materiais e verbas públicas federais que eram destinadas a salvar vidas no Amapá. É um desalento com nossos políticos e gestores.
No quesito da publicidade, o que se viu, foi vários aviões, descarregando remédios, equipamentos do governo federal, assim como, também, o envio de verbas públicas pelo governo federal, o que se presenciou-se, foi um arremedo da novela “O BEM AMADO” por várias figuras transvestidos da caricatura do personagem “ODORICO PARAGUASSU” no aeroporto e em outros locais, FAZEREM POSE para fazerem “RETRATOS”, como se fosse salvadores da pátria. Mas o festival de corrupção e de incompetência, retiveram os remédios enviados, com claro objetivo políticos “espúrios”, pois precisavam de cadáveres e do caos, para depois, serem os “HERÓIS DO APOCALIPSE.” Infelizmente após “a repercussão de uma reportagem nacional” foi feita a adoção do remédio, dito ideológico, e “ENFIM”, com a liberação e distribuição de remédios, para a população em conjunto com o total fechamento duvidoso e ditatorial, seria lógico, que daria resultado positivo. Este roteiro é típico de cartilhas de socialistas, “deixem o povo sofrer, depois é só dar o remédio ou a solução e seja o salvador da pátria.” O povo é carente, desprovido, sofrido, mas, estes políticos e gestores, apostaram na lógica, que certamente vai diminuir os casos de contaminação, decorrentes pela distribuição de remédios, e agora, esses ALGOZES POLÍTICOS, QUEREM, OS LOUROS DO SUCESSO E POSAR COMO HERÓIS DO POVO, COM PROPAGANDAS MANIPULADAS E SEM VERACIDADE, DIANTE DOS NÚMEROS E FATOS REAIS na Lei do retorno, “A verdade vai transparecer e aflorar”!!!!
Ricardo Assis
Advogado com 26 anos de atuação, no Estado do Amapá, formado pela UFPa, Mestre em Direito trabalhista e especialista em Direito Civil