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A Gazeta do Amapá > Blog > Bem Estar > Idade da criança ao ganhar primeiro smartphone eleva riscos à saúde
Bem Estar

Idade da criança ao ganhar primeiro smartphone eleva riscos à saúde

Redação
Ultima atualização: 18 de fevereiro de 2026 às 10:45
Por Redação 4 horas atrás
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Idade em que a criança ganha o primeiro smartphone influencia no seu desenvolvimento - Rawpixel Ltd./Adobe Stock
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Crianças de 12 anos que já possuem um smartphone têm mais sintomas depressivos, maior risco de ter obesidade e dormem menos do que aquelas que sem um aparelho. A conclusão é de um estudo que analisou dados de mais de 10 mil adolescentes e foi publicado em dezembro na revista Pediatrics.

A pesquisa acompanhou jovens por até seis anos e avaliou não apenas o tempo de uso de telas, mas também a idade em que o primeiro smartphone foi adquirido. Segundo o estudo, quando o grupo tinha 12 anos, 64% já possuíam um smartphone. Aos 14 anos, esse percentual subiu para 89%. A idade mediana de aquisição do primeiro aparelho celular foi aos 11 anos.

A investigação conclui que a cada ano mais cedo em que o smartphone é introduzido na vida da criança, maior a probabilidade de desenvolver problemas. Ao comparar jovens com e sem smartphone, os pesquisadores observaram que aqueles que já tinham o dispositivo apresentavam risco 30% maior de depressão, 40% maior de obesidade e 60% maior de distúrbios do sono, como dormir menos do que o recomendado.

“O estudo acrescenta algo fundamental ao debate ao ir além do tempo de tela e analisar a idade de aquisição do smartphone”, observa a pediatra Quíssila Neiva Batista, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia. “Isso representa um avanço, porque mostra que quando o celular entra na vida da criança importa tanto ou até mais do que o tempo de uso.”

Embora não seja possível afirmar que o smartphone cause diretamente esses problemas, a associação é consistente. “Dizer que o smartphone causa depressão ou obesidade seria uma simplificação excessiva. A relação é complexa, multifatorial e bidirecional”, analisa Batista. “Crianças com maior vulnerabilidade emocional podem buscar mais o celular, e ambientes familiares menos estruturados tendem a oferecer smartphones mais cedo.”

Os riscos se devem ao fato de o smartphone poder funcionar como um “amplificador”. “Ele amplifica o sedentarismo, a privação de sono, a exposição a estímulos emocionais intensos sem maturidade cognitiva para processá-los”, exemplifica a pediatra. “O aparelho é um ambiente digital permanente, portátil, social e muito estimulante, e tudo isso compete diretamente com processos do neurodesenvolvimento da criança.”

Idade importa

A faixa entre os 8 e os 12 anos da criança marca um momento de consolidação dos ritmos de sono, de formação de hábitos motores e alimentares, de desenvolvimento da autorregulação emocional e de maturação do córtex pré-frontal. O smartphone pode atrapalhar esses processos.

“A introdução precoce do aparelho expõe a criança a estímulos dopaminérgicos constantes. Quanto mais cedo isso acontece, maior a chance de interferir na formação de hábitos saudáveis, de criar dependência comportamental precoce e de desorganizar a rotina antes que esteja totalmente consolidada”, detalha a médica do Einstein Goiânia.

No estudo, os impactos na saúde apareceram mesmo quando o uso do celular não era considerado excessivo. Segundo a pesquisa, entre 8 e 12 anos, o tempo médio de telas já ultrapassava cinco horas por dia.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) estipula o limite de tempo de tela conforme a idade: crianças de 2 a 5 anos podem usar até uma hora por dia; as de 6 a 10 anos, entre uma e duas horas diárias; para adolescentes entre 11 e 18 anos, o tempo máximo aconselhado é de duas a três horas. A SBP recomenda também que o uso de telas seja feito sempre com a supervisão de um adulto.

Lembrando que “telas” incluem televisão e tablets, que podem ser opções menos nocivas por serem maiores e naturalmente menos “práticas” de a criança passar muito tempo usando —ao contrário do celular, que cabe na palma da mão e pode estar em qualquer ambiente. “Os smartphones não devem ser tratados como um passo inevitável, mas como uma ferramenta que exige maturidade para ser usada com segurança”, frisa Quíssila Batista.

Independentemente do aparelho, vale seguir estas recomendações: evitar telas no quarto à noite, estabelecer horários definidos para o uso, priorizar atividades físicas e sociais presenciais e, sempre que possível, optar por aparelhos sem acesso irrestrito à internet nas idades mais precoces.

Fonte: Folha de S. Paulo

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