A subestação de energia do Bloco E da Esplanada dos Ministérios, onde funciona o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) pegou fogo na manhã desta quinta-feira (19/2). A informação é do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Não houve vítimas e o prédio não preciso ser evacuado.
De acordo com a corporação, o princípio de incêndio começou por volta de 7h40. A Neoenergia atuou no local junto com o Corpo de Bombeiros. Ao chegarem no local, as equipes desligaram a energia do local e conseguiram controlar o fogo rapidamente. Segundo a Neonergia, a energia ainda está desligada “para garantir as condições adequadas de trabalho das equipes”.
Não há prazo para que o fornecimento de energia seja restabelecido.
Ainda não se sabe o que ocasionou o incêndio e a Neonergia investiga o caso.
“A dinâmica do incidente está sendo apurada. Ressaltamos que não houve qualquer registro de impacto ou intercorrência envolvendo pessoas no local”, informou a Neonergia em nota.
O Metrópoles entrou em contato com o MCTI e aguarda retorno.
Novo incêndio em Ministério
Este é o segundo caso, em pouco menos de três meses, que uma subestação de energia de um ministério pega fogo.
Na outra ocasião, houve uma explosão na subestação do Bloco C da Esplanada dos Ministérios, onde funciona o Ministério da Gestão e Inovação e outras cinco pastas, no dia 25 de novembro. Um trabalhador morreu.
Relembre o caso
- A subestação de energia do prédio explodiu por voltar das 10h;
- Um trabalhador ficou gravemente ferido, teve 60% do corpo queimado e morreu dias após o incidente; Ele trabalhava na subestação no momento que ela explodiu;
- Outras 27 pessoas foram atendidas no local e, no total, seis foram hospitalizadas. A maioria inalou fumaça;
- A explosão foi causada por um curto-circuito elétrico, de acordo com o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
Segundo a CEB, o acidente ocorreu durante um serviço de manutenção feito por um trabalhador terceirizado “que utilizava uniforme antichamas e todos os EPIs recomendados”.
Fonte: Metrópoles

