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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Marcelo Tognozzi > A bilionária inteligência
Marcelo Tognozzi

A bilionária inteligência

Marcelo Tognozzi
Ultima atualização: 22 de fevereiro de 2026 às 02:15
Por Marcelo Tognozzi 6 horas atrás
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A reportagem deste Poder360 publicada na 6ª feira (13.fev.2026) informa que a Polícia Federal viu indícios da contratação da empresa Blackwall Global pelo Banco Master. Embora até agora não tenha ficado claro o motivo da contratação da empresa, outros jornalistas e sites informam que Blackwall foi contratada pela Polícia Federal.
Independentemente do contratante, o surgimento da Blackwall é uma pequena amostra de como o mercado de agências de segurança, informação, cibersegurança, espionagem e outros serviços está em franca expansão no mundo.
A indústria da inteligência privada costuma ficar fora dos relatórios econômicos tradicionais, porém é um dos mercados mais estratégicos do capitalismo contemporâneo. Não existe uma estatística única sobre o tamanho do setor, porque é fragmentado: investigação corporativa, inteligência digital, análise de risco, segurança estratégica e consultorias especializadas. Ainda assim, relatórios internacionais permitem chegar a uma estimativa consistente da ordem de US$ 500 bilhões anuais.
O segmento mais tradicional, o de investigação privada e inteligência corporativa, movimenta US$ 19,9 bilhões por ano, com projeções de atingir quase US$ 29 bilhões até 2032, segundo a Introspective Market Research. Já o mercado de inteligência de ameaças digitais, o que mais cresce, foi estimado em US$ 14,59 bilhões em 2023 e pode chegar a US$ 36,5 bilhões até 2030, de acordo com a Grand View Research. Outra consultoria, a MarketsandMarkets, trabalha com estimativa próxima de US$ 11,5 bilhões para 2025.
Somando os principais segmentos, analistas costumam situar o núcleo da inteligência privada em US$ 40 bilhões a US$ 70 bilhões por ano. Se o cálculo incluir o ecossistema mais amplo da cibersegurança, o número cresce rapidamente, supera US$ 200 bilhões anuais e pode ultrapassar US$ 600 bilhões na próxima década, conforme relatórios da Fortune Business Insights e da Grand View Research.
Esse crescimento criou uma demanda específica por um tipo de executivo: o profissional que fez carreira em agências estatais de segurança. Ex-chefes de polícia, ex-diretores de inteligência e ex-oficiais de unidades de elite se tornaram peças centrais em empresas de cibersegurança e inteligência corporativa.
O que essas empresas compram e vendem não é apenas conhecimento técnico, mas prestígio institucional, redes de relacionamento e experiência real em investigações complexas. Em muitos casos, a biografia desses executivos é um ativo tão ou mais importante que a tecnologia oferecida pelas empresas.
É nesse contexto que se insere a trajetória de 2 nomes associados à Blackwall Global: o israelense Asher Ben Artzi e o cingapuriano Khoo Boon Hui. Ambos são veteranos, têm mais de 70 anos e tiveram carreiras longas no serviço público, ocupando cargos de alto escalão em instituições policiais e internacionais. Depois de deixarem o Estado, passaram a atuar no setor privado. Eles são os cérebros por trás da Blackwall.
Asher Ben Artzi construiu sua carreira ao longo de mais de 3 décadas nas forças de segurança de Israel. Atuou no Shin Bet, o serviço de segurança interna do país, e na Polícia Nacional, desempenhando funções de cooperação internacional.
O ponto alto da sua trajetória pública foi a chefia do escritório israelense da Interpol, responsável pela coordenação com polícias estrangeiras, processos de extradição, troca de inteligência criminal e operações contra redes transnacionais. Uma função que exige, além da experiência policial, habilidade diplomática e conhecimento de sistemas jurídicos de diferentes países. Depois de deixar o serviço público, Ben Artzi cruzou a porta rotatória da fronteira entre o público e o privado e fundou sua consultoria de segurança. É chairman da Blackwall Global.
A trajetória de Khoo Boon Hui é ainda mais institucional. Nascido em Cingapura em 1954, estudou em algumas das universidades mais prestigiadas do mundo. Formou-se em engenharia e economia pela Universidade de Oxford, fez mestrado em administração pública pela Harvard Kennedy School e participou de programa executivo na Wharton School.
Ingressou na Polícia de Cingapura em 1977. Foi comissário da corporação e, em 2008, eleito presidente da Interpol, cargo que ocupou até 2012. Durante sua gestão, o crime transnacional e o cibercrime ganharam escala global, e Khoo Boon teve a chance de aprender muito bem como combatê-los. Depois de deixar a Interpol, cruzou a porta giratória, migrando para o setor privado. É presidente honorário da Blackwall Global.
O Banco Master é alvo de investigações que apuram fraudes bilionárias, conexões políticas e irregularidades financeiras, coquetel que mistura altas doses de poder e dinheiro. Um prato cheio para uma agência como a Blackwall e suas concorrentes Alaco ou Kroll, esta última bem conhecida dos brasileiros.
A trajetória de executivos como Ben Artzi e Khoo é semelhante à de muitos agentes públicos que, depois de aposentados, passaram a vender serviços ao setor privado.
Se por um lado o setor privado se beneficia da experiência de profissionais altamente qualificados, por outro há riscos de conflitos de interesses, como o uso de redes estatais em favor de clientes privados e falta de transparência em contratos e operações.
O crescimento da inteligência privada refletiu uma mudança estrutural. No século 20, a inteligência era monopólio do Estado. No século 21, corporações e bancos passaram a enfrentar ameaças antes restritas a governos: ataques digitais, fraudes complexas, disputas geopolíticas e guerras de informação. Nesse cenário, a inteligência virou mercadoria cada vez mais estratégica.
A indústria da inteligência privada, invisível para o grande público, ocupa posição central na economia global. Um mercado no qual o principal ativo não é tecnologia, mas conhecimento, e o passado de um executivo pode valer mais que qualquer software.
As trajetórias de Asher Ben Artzi e Khoo Boon Hui ilustram essa nova era, na qual muitos profissionais, depois de décadas servindo ao Estado, não se aposentam ao pendurar o uniforme. Apenas mudam de cliente, mantendo o poder. Usam sua expertise para bancos, fundos, indústrias e corporações dispostos a pagar caro por aquilo que o mercado mais valoriza: inteligência, informação, acesso e influência. Tudo com muita discrição e, claro, eficiência. (Publicado originalmente n Poder360)

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