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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > JB Carvalho > A Morte da Razão
JB Carvalho

A Morte da Razão

JB Carvalho
Ultima atualização: 9 de novembro de 2025 às 02:22
Por JB Carvalho 5 meses atrás
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JB Carvalho é teólogo, conferencista, professor, compositor, jornalista e autor de 20 livros. É presidente da Comunidade das Nações no Brasil e nos Estados Unidos, e lidera também a Editora Chara, a Academia das Nações, a Faculdade das Nações e o Instituto Filhos do Brasil.
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A expressão “a morte da razão” foi popularizada por Francis A. Schaeffer, teólogo e filósofo cristão (L’Abri Fellowship), considerado um dos maiores pensadores cristãos do século XX.
Em sua trilogia, especialmente em The God Who Is There (1968), Schaeffer descreve o que chama de “the death of reason”. Para ele, o Ocidente abandonou a racionalidade como meio de acessar a verdade e passou a valorizar a experiência, a emoção e a subjetividade.

Ele afirma que:
A razão foi substituída pela experiência emocional.
A verdade deixou de ser objetiva e tornou-se pessoal e individual.
“Quando a razão morre, não resta nada além da tirania do irracional.”

Quando a cultura abandona a verdade objetiva, ela cai no que Schaeffer chama de desespero moderno. É quando a razão deixa de ser árbitro da verdade. Nesse cenário, já não existem referências ou absolutos, e o critério final deixa de ser o que é verdadeiro e passa a ser o que funciona, ainda que funcione apenas por um tempo. Assim, a verdade deixa de ser objetiva e torna-se emocional. A emoção assume o trono, e o irracional governa.

“A morte da razão levou o homem moderno ao desespero.
Quando a verdade deixa de ser objetiva, o irracional toma o lugar do racional,
e o que sobra é apenas vontade de poder.”
Francis A. Schaeffer, The God Who Is There (1968)

O filósofo sul-coreano Byung-Chul Han afirma que hoje a verdade não precisa mais ser comprovada, apenas circular. Em vez de fatos, as pessoas buscam estímulos emocionais e validação. Vivemos em uma era em que a verdade perde espaço para a emoção e para o engajamento.
“O que importa não é o verdadeiro, mas o viral.”
Byung-Chul Han, Infocracia (2021)

O filósofo francês Jean Baudrillard, um dos pensadores mais influentes sobre a pós-modernidade, afirma que a verdade foi substituída por representações emocionais cuidadosamente editadas. Segundo ele, entramos em uma fase em que a realidade é substituída por simulacros: versões artificiais que parecem reais, mas não são.
“Vivemos na hiper-realidade, onde o falso é mais real que o real.”
Jean Baudrillard

Em O Fechamento da Mente Moderna (1987), Allan Bloom observou que o relativismo matou a razão:
“O relativismo destruiu a crença de que a verdade pode ser conhecida.”
Allan Bloom

Por fim, Jonathan Haidt demonstra que, em nossa era, o pensamento chega atrasado porque o sentimento vem primeiro. Em A Mente Moralista (The Righteous Mind, 2012), Haidt mostra que o ser humano decide com a emoção e só depois usa a razão para justificar o que já decidiu sentir.
“A razão é como um advogado que defende o que a emoção já decidiu.”
Jonathan Haidt

O resultado é uma cultura sentimental, inconsistente e facilmente manipulável. Quando a razão morre:

A verdade deixa de ser descoberta e passa a ser fabricada.
A ciência é substituída por narrativas emocionais.
A reflexão cede espaço à reação.
A percepção vale mais que o fato.
E, se tudo é relativo, nada é confiável.

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JB Carvalho 9 de novembro de 2025 9 de novembro de 2025
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