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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > JB Carvalho > A Psicologia da Suspeita – Fumaça, Silêncio e Mentira
JB Carvalho

A Psicologia da Suspeita – Fumaça, Silêncio e Mentira

JB Carvalho
Ultima atualização: 10 de janeiro de 2026 às 19:11
Por JB Carvalho 2 meses atrás
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Jesus repetiu muitas vezes a expressão “ouviste o que foi dito, eu porém vos digo”, que era um aviso de que o senso comum seria contraditado. Ele corrige a leitura superficial da realidade e confronta narrativas aceitas sem exame. Ele não aceita a multidão como critério de justiça. Não valida a fumaça como evidência de fogo, nem o silencio como evidencia de culpa.

No imaginário coletivo: quem cala consente e onde há fumaça há fogo. Ambas as frases da sabedoria popular, se tratam de sofismas. Elas dispensam prova, suspendem investigação e transferem o peso da verdade para a suspeita. A repetição da mentira vira evidência e a narrativa vence o fato.

A Bíblia e a história estão cheias de episódios em que o silêncio não foi culpa e a fumaça que não era fogo, mas poeira levantada por interesses, amargura, medo ou ignorância.

Jó é o primeiro grande escândalo contra essa mentalidade. Seus amigos partem do princípio de que seu sofrimento é prova de pecado. Há fumaça demais para não haver fogo. Jó se cala por longos momentos. No final, Deus declara que os amigos falaram o que era errado e o silêncio sofrido de Jó era mais verdadeiro que seus discursos teológicos.

José do Egito é outro exemplo. Acusado falsamente pela mulher de Potifar, não há registro de defesa pública, tribunal ou clamor popular a seu favor. O silêncio o leva à prisão, não por culpa, mas por injustiça. A fumaça era intensa, mas o fogo era mentira. O tempo revelou a verdade, não os boatos.

Davi, diante de Simei que o amaldiçoa publicamente, escolhe se calar. Aos olhos do povo, a fumaça da acusação parecia legítima. Davi discerne que nem toda acusação merece resposta. Seu silêncio não legitima a ofensa, preserva seu coração.

Jesus diante de Herodes é um confronto direto com esse princípio. Herodes quer espetáculo, justificativa, narrativa. Jesus não responde nada. O silêncio não é consentimento, é juízo. Ele se recusa a alimentar um sistema que já decidiu condená-lo.
A cruz é o maior escândalo contra essas máximas populares. O inocente condenado, o justo silenciado, o verdadeiro rejeitado. Se quem cala consente, então Deus consentiu com a mentira.

O evangelho revela que o barulho pode mentir e o silêncio pode ser sabedoria. O silêncio de Jesus não é submissão à mentira, é a recusa de dialogar com estruturas viciadas.
Paulo é acusado repetidas vezes por multidões inflamadas. A fumaça é coletiva, mas o fogo inexiste. Paulo não reage à turba, apela à verdade e ao direito, mostrando que a justiça não se baseia em volume e gritaria.

Na historia dos gregos, Sócrates é condenado porque rumores e caricaturas venceram os fatos. Seu silêncio irônico e sua recusa em apelar à emoção foram lidos como arrogância e culpa. A fumaça venceu a razão. A história o absolveu.
Galileu também foi acusado, pressionado, silenciado. A narrativa oficial dizia que o fogo estava na heresia. Séculos depois, descobre-se que a fumaça era institucional, não científica.

Esses casos revelam um padrão. O senso comum está cheio de enganos. Mas, a verdade é filha do tempo, e exige exame e coragem. Nem todo silêncio consente. Nem toda fumaça indica fogo. Às vezes, o incêndio real está na língua de quem julga e no interior de quem ao invés de silenciar-se consentiu ser porta voz do inferno.

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