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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Marcelo Tognozzi > Flávio decolou
Marcelo Tognozzi

Flávio decolou

Marcelo Tognozzi
Ultima atualização: 8 de março de 2026 às 01:46
Por Marcelo Tognozzi 2 meses atrás
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stamos vivendo um ponto de inflexão na campanha presidencial que acaba de decolar. As pesquisas mostram um empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro, este último consolidado como o candidato da direita com chances de derrotar Lula. Esqueçam Tarcísio de Freitas, esqueçam Ratinho Junior. Não percam de vista Romeu Zema e Ronaldo Caiado. Flávio só estará fora do 2º turno se acontecer uma calamidade. Sentiu o cheiro da vitória.
Há muita informação relevante nas duas pesquisas (AtlasIntel e Paraná Pesquisas) veiculadas nos últimos dias. A principal delas é que o eleitor está cansado: 52,2% dizem que Lula não merece ser reeleito, contra 43,9% que pensam o contrário. Pura fadiga de material do político que disputa eleições desde 1982. É muito tempo, 44 anos influindo na vida do país. Nem Getúlio Vargas durou tanto.
A candidatura de Lula segue sustentada pelas mulheres e pelos nordestinos, em especial os beneficiários do Bolsa Família. Embora os mais pobres sejam a base do eleitorado do presidente, brasileiros em idade produtiva (25 a 59 anos), independentemente da renda ou da escolaridade, sinalizam desejo de mudar. Estão trocando o mito do presidente operário pelo filho do capitão.
Tanto a pesquisa da AtlasIntel quanto a da Paraná Pesquisas mostram resultados semelhantes. Vou me fixar nos números da Paraná, a última delas (íntegra – 462 kB). Nos resultados da espontânea, Lula tem 26%, enquanto Flávio marca 14,8%. Uma diferença de mais de 10 pontos? Errado: logo atrás de Flávio vem o pai Jair carregando 5,8% das intenções de voto.
Esse eleitor de Jair é um eleitor com um quê sebastianista, espera o retorno do ex-presidente à campanha, algo altamente improvável. Se Flávio é Jair e Jair é Flávio, então essa entidade tem 20,6% dos votos espontâneos, e a distância para Lula passa a ser de 6 pontos e não de 10.
Nos diversos cenários do 1º turno, Flávio e os demais candidatos de direita continuam somando mais votos do que Lula. Isso explica por que Flávio está na frente na simulação do 2º turno: o eleitor, independentemente dos políticos, já entendeu em quem tem de votar para derrotar o PT. Não é por acaso que Flávio tomou votos dos outros candidatos.
Ratinho Junior também cresceu na simulação do 2º turno. É cada vez maior a vontade de grande parte do eleitorado de votar num anti-PT.
Lula segue sustentado pelas mulheres (41,6%), jovens de 16 a 24 anos (45,6%) e maiores de 60 anos (43,6%). Quando lemos os resultados, descobrimos que esse apoio é mais forte no andar de baixo, com 60,8% dos que recebem Bolsa Família. Por isso, o presidente brilha entre os brasileiros com ensino fundamental: 48,1%. Entre aqueles com ensino médio ou superior, Flávio arranca mais votos, embora a vantagem ainda seja pequena.
A cada pesquisa publicada, fica mais claro o desapego do eleitorado pela 3ª via, cujo maior artífice tem sido o presidente do PSD Gilberto Kassab. Sua importância no pleito cresce. Kassab elegerá uma bancada forte na Câmara e reforçará o Senado. Mas o grande desafio de quebrar a polarização vai ficando para 2030.
Outra questão é o papel do governador de Minas, Romeu Zema, em flerte com Flávio Bolsonaro. Se vingar a articulação para Zema ser o vice, estará dado um passo importante para a vitória em Minas, Estado cujo destino é ser o fiel da balança nas eleições. Candidato que não conquista Minas não conquista o Brasil. Não é dogma, é realidade. Desde a redemocratização ninguém ganhou perdendo em Minas.
A importância desse Estado, onde nem sempre as coisas são o que parecem ser, poderia ser maior se o senador Rodrigo Pacheco optasse por trazer Minas de volta ao centro do poder. Ele foi o 1º eleito por Minas a presidir o Senado e o Congresso num hiato de mais de 40 anos. Depois de Magalhães Pinto, só ele se sentou naquela cadeira.
Pacheco agora pode ser o candidato a governador de Lula, mas perdeu a grande chance de reempoderar Minas. Como dizia Ulisses Guimarães, não existe vazio de poder e, no caso dos mineiros, em vez de ir para Pacheco, o poder escorregou para as mãos do governador Zema, homem-chave dessa eleição.
Na simulação do 2º turno, Flávio derrotaria Lula por 0,6%. Existem 5% dos eleitores que não sabem em quem votar e que poderão optar por Flávio se Lula continuar caindo. Ele tinha 46,7% em outubro, quando venceria Flávio por 9 pontos de diferença. Agora o adversário está na frente por pouco.
O importante aqui não é a margem estreita, mas a queda gradual e consistente de Lula. Essa tendência é clara e pode ampliar. Neste momento da campanha, a possibilidade de Flávio atrair esses 5%, ou parte deles, é real.
No sentido contrário, cresce o número de eleitores de Sudeste, Sul, Norte e Centro-Oeste convictos de que Lula não merece ser reeleito. Apenas o Nordeste quer que ele fique. Por enquanto o jogo está no começo, mas a eleição vai pegar fogo a partir de abril e será pura emoção até o fim.
O governo cortou o Imposto de Renda de quem ganha R$ 5.000 e continua taxando com força alimentos, bebidas, transportes, combustíveis, eletrônicos, blusinhas e mais o que puder. Essa é uma realidade que atinge a todos. Tira com uma mão, dá com outra e tudo fica igual.
A maioria da PEA (População Economicamente Ativa) perdeu o entusiasmo por Lula. Entre os que não fazem parte da PEA, são 45% os eleitores do presidente. Brasileiros em idade produtiva têm enorme desejo de progredir e querem mudança. A prosperidade deles está órfã. Se Lula tivesse um sucessor, ele poderia ser o vetor dessa mudança. Mas não há sucessor, só mais do mesmo.
O maior erro do presidente foi não preparar sucessor. Imaginou ter vida eterna, como brincava o velho ACM de guerra se referindo ao seu amigo Roberto Marinho. Eternidade vem depois da vida como ela é aqui na Terra. Antes, nem Matusalém com suas 969 primaveras.
Lula está cada vez mais parecido com o personagem do livro de García Márquez, “O General em Seu Labirinto”. Um líder, por mais grandioso, acaba inevitavelmente em seu próprio labirinto, onde memória, arrependimento e finitude se confundem. Ninguém escapa disso.

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