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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > Fracasso da Cúpula climática da ONU.Obrigado, Sr. Presidente!
Gil Reis

Fracasso da Cúpula climática da ONU.Obrigado, Sr. Presidente!

Gil Reis
Ultima atualização: 17 de janeiro de 2026 às 20:59
Por Gil Reis 7 horas atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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Como venho prevendo há muito o terrorismo climático comandado há distancia pela ONU e suas afirmações esdrúxulas em busca do controle das nações está chegando ao seu ocaso em virtude de uma ideologia parida nos corredores sombrios da organização. Faltava apenas um corajoso para gritar ‘o rei está nu’ e surgiram 3, o Trump dos EUA, o Milei da Argentina e a Giorgia da Itália, o grito surgiu na última Assembleia Geral da organização quando os 3 se uniram para denominaram de farsa a campanha climática.
A farsa e o fracasso andaram de mãos dadas na COP30, nem se pode criticar alguém além da ONU pelo fracasso da cúpula climática. O site RealClear Energy publicou, em 02 de dezembro de 2025, a matéria “Resumo da COP30: O fracasso da Cúpula do Clima da ONU é uma ótima notícia para a humanidade!”, assinada por Marc Morano, editor do Climate Depot da CFACT e ex-membro sênior da equipe do Comitê de Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado dos EUA, que transcrevo trechos.
“A genial manobra de Trump ao não enviar uma delegação dos EUA foi considerada (ou creditada) pelo fracasso da cúpula climática da ONU, a COP30! O POLITICO noticiou que a ‘ausência dos EUA permitiu’ que os países do BRICS ‘se unissem a empresas petrolíferas, isolando a União Europeia, mais voltada para o meio ambiente, e recusando-se a sequer considerar uma reafirmação dos acordos anteriores para acabar com os combustíveis fósseis’. O fracasso da COP30 da ONU foi tão espetacular que nem mesmo a grande mídia conseguiu disfarçar. O POLITICO citou um funcionário do governo europeu perguntando: ‘Que diabos estamos fazendo aqui?’. Uma ótima pergunta, sem dúvida.
Participei presencialmente de 21 das últimas 23 cúpulas internacionais da ONU sobre clima e meio ambiente. Posso afirmar que, depois de passar uma semana no Brasil na COP30, foi o maior fiasco climático da ONU de todos os tempos! O presidente Trump optou por não enviar uma delegação oficial dos EUA à cúpula climática da ONU pela primeira vez na história do evento.
A COP30 se transformou na Clear-Cut30, com dezenas de milhares de hectares da floresta amazônica sendo desmatados para a construção da rodovia climática da cúpula. Enormes navios de cruzeiro, que consomem muita energia, serviram como hotéis temporários para os delegados, enquanto hambúrgueres, frango e outros produtos de carne bovina esgotaram na praça de alimentação da ONU (por que não havia insetos no cardápio?!), e o local sofreu com vazamentos e infraestrutura precária.
A conferência se transformou em CRAP30 quando os banheiros pararam de funcionar, com líderes mundiais passando horas sem acesso a eles, o que acabou levando a longas filas sem papel higiênico nos banheiros do centro de convenções. A conferência então se transformou em Combustion30 quando sucumbiu a um incêndio de grandes proporções que paralisou toda a cúpula. As chamas se espalharam pelo local temporário construído às pressas, que parecia uma tenda de circo sem janelas por dentro.
Com a ausência de qualquer delegação dos EUA na reunião, a China aproveitou a oportunidade para se apresentar como ‘heroína do clima’, visando conquistar o apoio de todos os países ingênuos que, iludidos, acabam fortalecendo ainda mais o país. A China enviou a segunda maior delegação à Cúpula do Clima da ONU no Brasil, com um pavilhão gigantesco repleto de bandeiras chinesas, livros de Xi Jinping e eventos para a imprensa lotados — comprovando, assim, a previsão feita por Trump em um tweet de 2012, no qual ele alertava que ‘o aquecimento global foi criado pelos chineses e para os chineses, a fim de tornar a indústria manufatureira dos EUA não competitiva’.
O ceticismo climático recém-descoberto de Bill Gates também pairou sobre a cúpula. Gates declarou, poucos dias antes da COP30, que a mudança climática ‘não levará à destruição da humanidade’ e rejeitou uma ‘visão apocalíptica’. Isso irritou Al Gore, que compareceu ao Brasil para chamar Gates de ‘ridículo’ e o declarou vítima de intimidação por parte do presidente Trump.
Apesar de toda a agenda climática da ONU alertar sobre os malefícios e a enorme pegada de carbono do ar-condicionado, a Bloomberg News citou um alto funcionário da ONU clamando por ar-condicionado mais potente na cúpula. Seria de se esperar que a ONU, que tenta gerenciar as economias de energia para os próximos séculos, fosse capaz de planejar uma cúpula climática que incluísse ar-condicionado adequado, banheiros funcionando e insetos no cardápio.
A agenda climática da ONU foi jogada ‘no vaso sanitário’.
O presidente Trump aparentemente deixou o movimento climático global em ruínas. O NY Times, em setembro de 2025, revelou que ‘o antigo manual do ativismo climático não funciona mais’ e que, sob Trump, o movimento climático entrou em ‘um período excepcionalmente sombrio… o futuro está mais incerto do que nunca’.
O veterano ativista ambiental Denis Hayes lamentou: ‘Tudo em que trabalhei durante toda a minha vida profissional foi por água abaixo nos últimos seis meses.’ Mas, enquanto celebramos o fracasso do processo climático da ONU, também devemos reconhecer que ele pode voltar, assim como Jason em qualquer filme de Sexta-Feira 13. O presidente Trump precisa finalizar a agenda climática da ONU com mais uma ação ousada: retirar-se da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima de 1992, ou Tratado da Cúpula da Terra do Rio, assinado pelo então presidente republicano George H.W. Bush em 1992 e ratificado pelo Senado dos EUA.
Anular este tratado daria permanência à agenda de Trump e livraria os Estados Unidos desta campanha de terror climático da ONU, que já dura 33 anos. Conforme relatado pela POLITICO em 14 de maio de 2025: ‘Durante seu primeiro mandato, Trump se recusou a retirar os Estados Unidos da UNFCCC, que o Senado, de maioria democrata, havia ratificado durante a presidência de George H.W. Bush, após a ‘Cúpula da Terra’ no Rio de Janeiro’. Se Trump retirar o país do acordo, poderá ser difícil para um novo presidente reverter a situação. A adesão a um tratado exige uma votação de dois terços no Senado — um obstáculo considerável mesmo em tempos menos polarizados, noticiou o Político.
O legado climático do segundo mandato de Trump pode se tornar permanente, tornando muito difícil para um futuro presidente, para a deputada Alexandria Ocasio-Cortez ou para Gavin Newsom reintegrar os EUA ao fiasco climático da ONU.
Senhor Presidente, rasgue este tratado!
Trump 2.0 está prestes a desferir um golpe fatal no domínio climático que vem oprimindo os Estados Unidos nos últimos 33 anos. Enquanto a indignação com o fracasso da COP continua, jamais devemos esquecer: o fracasso de uma cúpula climática da ONU é uma ótima notícia para a humanidade!”
Pois é senhor Presidente muito obrigado repito quando, pela idade, sou uma testemunha da história humana que assistiu a evolução humana do último século, que superou em 100 anos os 10.000 últimos anos ser sabotada pelo ativismo climático.
“Você sabe que um dos grandes problemas do nosso tempo é que estamos governados por pessoas que se preocupam mais sobre sentimentos do que sobre os pensamentos e ideias?” Margaret Thatcher.

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