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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > Gil Reis > O fim de uma era
Gil Reis

O fim de uma era

Gil Reis
Ultima atualização: 3 de janeiro de 2026 às 20:52
Por Gil Reis 21 horas atrás
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Gil Reis -​ Consultor em Agronegócio | Foto: Arquivo Pessoal.
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Finalmente a humanidade toma juízo.

Há muito venho afirmando que o tal ‘aquecimento global’ e as ‘mudanças climáticas’ sempre foram ‘maquininhas de fazer dinheiro’ apoiadas ativistas e mídia bem remuneradas. Al Gore, ex vice presidente americano, Bill Gates e outros com apoio de uma ONU, perdida em seu principal objetivo, conseguiram criar um ‘planeta de trouxas’. Volto a afirmar que a finalidade era interromper o salto evolutivo iniciado no século XX. Não se limitem à minha opinião, leiam a matéria “O fim do culto climático” publicada pelo site THE SPECTATOR, assinada por Matt Ridley, que transcrevo poucos trechos.
“Finalmente, felizmente, a febre do aquecimento global está perdendo força. Parafraseando Monty Python, o papagaio do clima pode até estar pregado em seu poleiro na recente COP em Belém, Brasil – ou em Harvard e na CNN – mas em outros lugares ele está morto. Foi encontrar seu criador, bateu as botas, partiu desta para uma melhor, fechou as cortinas e se juntou ao coro invisível. Ao não se comprometer com uma redução no uso de combustíveis fósseis, a COP não alcançou absolutamente nada, o local pegou fogo, o ar-condicionado apresentou defeito – e os delegados foram avisados na chegada para não jogarem papel higiênico no vaso sanitário. O recente pedido de desculpas de Bill Gates, no qual ele admitiu que o aquecimento global ‘não levará à extinção da humanidade’, após fechar o escritório de políticas e defesa de seu grupo filantrópico climático, é apenas o prego mais recente no caixão.
Em outubro, a Net Zero Banking Alliance encerrou suas atividades depois que o JPMorgan Chase, Citigroup, Bank of America, Morgan Stanley, Wells Fargo e Goldman Sachs lideraram uma onda de outros bancos que também deixaram a organização. A Shell e a BP voltaram a ser empresas petrolíferas, para a alegria de seus acionistas. A Ford está prestes a interromper a produção de picapes elétricas que ninguém quer. Centenas de outras empresas estão abandonando suas metas climáticas. A Austrália desistiu de sediar a conferência climática do próximo ano.
Mas nenhum alarme cresceu tanto ou durou tanto quanto o aquecimento global. Escrevi meu primeiro artigo alarmista para a revista The Economist sobre as emissões de dióxido de carbono retendo calor na atmosfera em 1987, quase 40 anos atrás. Logo percebi que o efeito era real, mas o alarme era exagerado, que os efeitos de retroalimentação estavam sendo superestimados nos modelos. O efeito estufa provavelmente seria um incômodo moderado, e não uma ameaça existencial. Por essa blasfêmia, fui insultado, cancelado, colocado em listas negras, chamado de ‘negacionista’ e, de modo geral, considerado maligno. Em 2010, nas páginas do Wall Street Journal, debati com Gates, que ridicularizou meu argumento de que o aquecimento global provavelmente não seria uma catástrofe – então é gratificante vê-lo concordar com meu ponto de vista.
Os ativistas que assumiram o debate climático, muitas vezes com um conhecimento mínimo da ciência climática, competiram por atenção pintando cenários cada vez mais catastróficos do futuro aquecimento global. Mudaram o nome para ‘mudança climática’ para poderem culpá-la tanto por nevascas quanto por ondas de calor. Depois, ampliaram a linguagem para ‘emergência climática’ e ‘crise climática’, mesmo quando as projeções de aquecimento futuro diminuíram.
‘Estou falando do massacre, da morte e da fome de seis bilhões de pessoas neste século. É isso que a ciência prevê’, disse Roger Hallam, fundador do Extinction Rebellion, em 2019, embora a ciência diga o contrário. ‘Um dos principais cientistas climáticos está alertando que as mudanças climáticas dizimarão a humanidade, a menos que paremos de usar combustíveis fósseis nos próximos cinco anos’, tuitou Greta Thunberg em 2018. Cinco anos depois, ela apagou o tuíte e, pouco tempo depois, decidiu que a causa palestina era uma maneira mais promissora de se manter em evidência.
Os cientistas sabiam que declarações como essa eram um absurdo, mas fingiam não ver porque o alarme garantia o financiamento das pesquisas. Jornalistas sempre adoram exageros. Os capitalistas lucravam com isso. Os políticos aproveitavam a oportunidade para culpar os outros: se um incêndio florestal ou uma enchente devastasse sua cidade, a culpa era das mudanças climáticas, e não da sua própria falta de preparo. Quase ninguém tinha incentivo para minimizar o alarme.
Agora que o alarme climático está diminuindo, começa uma corrida para a saída entre os grandes grupos ambientalistas. As doações estão secando. Alguns passarão sem problemas a tentar nos alarmar com a inteligência artificial; outros seguirão Gates e insistirão que nunca disseram que era o fim do mundo, apenas um problema a ser resolvido; alguns até tentarão declarar vitória, alegando, sem muita convicção, que as promessas feitas na conferência sobre mudanças climáticas de Paris, há uma década, reduziram as emissões o suficiente para salvar o planeta.
É claro que Al Gore, o ex-vice-presidente que fez mais do que qualquer outra pessoa para alertar o mundo sobre as mudanças climáticas e acumulou uma fortuna de 300 milhões de dólares com isso, esteve presente na recente conferência na selva brasileira – aquela em que derrubaram uma floresta para construir a estrada de acesso. Ao criticar duramente Gates na semana passada por abandonar a causa e acusá-lo de ser intimidado por Donald Trump, ele soou como um daqueles soldados japoneses emergindo da selva sem saber que a Segunda Guerra Mundial havia terminado.
Talvez Gore agora se arrependa de suas pregações exageradas sobre o fogo do inferno e a danação eterna. Em seu filme de 2006, Uma Verdade Inconveniente, pelo qual dividiu o Prêmio Nobel, ele previu uma elevação do nível do mar de até 6 metros ‘em um futuro próximo’ – uma previsão com uma margem de erro de cerca de 6 metros. Em 2009, ele afirmou que havia 75% de chance de todo o gelo do Oceano Ártico desaparecer até 2014. Naquele ano, a área de gelo no Oceano Ártico era de 5 milhões de quilômetros quadrados em seu ponto mais baixo – aproximadamente a mesma quantidade de 2009; este ano, a área de gelo é de 4,7 milhões de quilômetros quadrados. Na exibição do filme no Festival de Sundance, Gore disse que, a menos que medidas drásticas para reduzir os gases de efeito estufa fossem tomadas em dez anos, o mundo chegaria a um ponto sem retorno. E aqui estamos nós, 19 anos depois.
A catástrofe climática foi um erro terrível. Desviou a atenção dos verdadeiros problemas ambientais, custou uma fortuna, empobreceu os consumidores, perpetuou a pobreza, levou os jovens à infertilidade por medo, desperdiçou anos do nosso tempo, minou a democracia e corrompeu a ciência. Chegou a hora de enterrar o papagaio.”
Depois desta matéria espero que os leitores entendam o que venho afirmando. Estou cansado de falar para ouvidos surdos e escrever para olhos cegos.
“Uma mentira que é meio verdade é a pior das mentiras” – Alfred Tennyson, 1809-1892, 1º Barão de Tennyson, poeta inglês.

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Gil Reis 3 de janeiro de 2026 3 de janeiro de 2026
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