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A Gazeta do Amapá > Blog > Colunista > JB Carvalho > Grande Drama da História HumanaArquétipos que Pedem uma Voz
JB Carvalho

Grande Drama da História HumanaArquétipos que Pedem uma Voz

JB Carvalho
Ultima atualização: 24 de janeiro de 2026 às 16:19
Por JB Carvalho 3 horas atrás
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Desde cedo compreendi a Bíblia como um espelho moral e espiritual, onde virtudes e vícios se repetem em ciclos. As Escrituras apresentam seus personagens como padrões vivos de comportamento. Cada figura encarna uma disposição interior que pode ser reproduzida ao longo da história, seja como modelo a ser imitado, seja como mal a ser evitado.

Há quase trinta anos tratei disso na mensagem Heróis e Anti Heróis, Antimodelos e Antirreferenciais. A ideia central era simples. Pessoas passam, arquétipos permanecem. A história sagrada é uma cartografia da alma humana.

Jordan Peterson chegou a uma conclusão semelhante ao afirmar que os personagens bíblicos funcionam como mapas psicológicos da condição humana. Eles condensam experiências universais de poder, medo, fé, corrupção, arrependimento e redenção. A Bíblia não explica o ser humano. Ela o encena.

Davi é um exemplo clássico. Ele não é apenas um rei histórico, mas um tipo de homem segundo o coração de Deus. Tão forte é esse padrão que o profeta Zacarias afirma que o menor em Jerusalém será como Davi. Vemos um comportamento individual que se torna a marca de uma geração inteira. O arquétipo se multiplica.

Diz a Bíblia que João Batista veio no espírito e poder de Elias. Não é reencarnação, é recorrência espiritual. O mesmo zelo, a mesma confrontação, a mesma voz que clama no deserto.

O mesmo ocorre, por vezes, no sentido negativo. Balaão, mesmo morto há séculos, reaparece na igreja de Pérgamo. O profeta que amou o prêmio da injustiça continua operando no século primeiro, agora travestido de doutrina. Não ele, mas alguém que incorporou seus vícios. Da mesma forma, Jezabel, princesa fenícia do nono século antes de Cristo, ressurge em Tiatira. O espírito de manipulação, sedução e controle espiritual não morreu com ela. Apenas mudou de geografia e de tempo.

Quem lê as Escrituras com atenção pode discernir não só personagens antigos, mas padrões ativos em seu próprio tempo.

Cada personagem, portanto, funciona como um papel disponível no grande drama da história humana. O roteiro já foi escrito, mas os atores mudam. O espírito que move o personagem permanece. Homens e mulheres entram em cena e, conscientemente ou não, passam a encarnar os mesmos padrões de virtude ou de corrupção que atravessam as Escrituras. A Bíblia não nos entrega apenas nomes, entrega posições existenciais.

Isso revela que não somos neutros. Ao longo da vida, vamos assumindo arquétipos. Nossas escolhas nos empurram para determinadas narrativas. O caminho de Davi integra fraqueza, arrependimento e fé. Já o de Balaão é o que usa o dom para negociar a consciência e obter ganho. Jezabel confunde influência com controle.

Esses papéis não pertencem ao passado. Eles pedem corpo no presente. O espírito que operava ontem continua buscando voz, mãos e decisões hoje. Cada geração é um palco onde os mesmos dramas reaparecem sob novas roupas. Mudam os cenários, não os dilemas.

Por isso, a leitura bíblica nos força a uma escolha. Em nossa geração, que personagem estamos permitindo que viva através de nós? Que espírito estamos autorizando a ganhar expressão em nossas palavras, ambições e atitudes? A Escritura é um chamado para ser encarnado.

O apóstolo Judas aprofunda essa leitura arquetípica. Sua carta é escrita como um alarme espiritual. Ele expõe padrões de comportamento que se repetem. No verso 6, vemos os anjos que não guardaram seu estado original, mas abandonaram sua própria habitação. A advertência é sobre a transgressão de limites. Trata-se do arquétipo da criatura que rejeita o lugar que lhe foi confiado e tenta ocupar uma posição que não lhe pertence. Sempre que alguém troca vocação por ambição, serviço por poder, esse mesmo padrão volta a atuar. A queda começa quando se abandona o próprio chamado.

No verso 11, o texto se torna ainda mais explícito ao reunir três arquétipos destrutivos em uma única sentença. O caminho de Caim representa a inveja que se transforma em violência moral contra o irmão. O erro de Balaão revela a espiritualidade corrompida pelo lucro, o dom usado como mercadoria. A rebelião de Coré expõe a rejeição da autoridade legítima em nome de uma falsa igualdade. São três papéis diferentes, mas movidos pela mesma recusa em submeter-se a Deus.

Judas não fala deles como figuras distantes. Eles estão novamente ativos dentro da comunidade evangélica. O passado não é apenas lembrado. Ele é atualizado. A fé é perdida não apenas por negação explícita, mas por um alinhamento silencioso com arquétipos corrompidos. A advertência permanece. Quem ignora esses padrões corre o risco de repeti-los acreditando estar inovando, quando, na verdade, apenas revive antigas quedas.

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